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Cinema

Two Weeks 2

Foda!! [2]

AS 100 melhores frases do cinema em 200 segundos

Brick

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Nessa semana nos EUA, aconteceu o lançamento do filme “Brothers Bloom” que tem como atores, Rachel Weisz, Adrien Brody, Mark Ruffalo.

O filme tem ganho muitos elogios principlamente por sua direção. Quem assina a direção e o roteiro é um sujeito chamado Rian Johnson, conhece? tambem não conhecia.Entrei no IMDB então para pesquisar sobre quem seria esse ilustre desconhecido. Descobri então que Rian já havia feito um filme elogiadissimo e sensação indie chamado “Brick”, que ganhou o prêmio principal de Sundance. Corri atras para achar o filme (viva o pirate bay) e tenho que concordar, é realmente um filme fantástico.

“Brick” é basicamente um filme de detetive passado em um High School americano contemporâneo, que se atreve a combinar o film noir, com o spaggeti western, cowboy bebop e filmes de adolescente, ou seja, nada com nada. Mas é nessa combinação que o genial diretor e roterista cria momentos comicos, ironicos e intrigantes ao espectador. O papel principal fica por conta do ótimo Joseph Gordon-Levitt ( 500 days of summer e Third Rock from the Sun) que tenta desvendar o desaparecimento de sua ex-namorada Emilie de Ravin (Lost).

Com várias mudanças no melhor estilo noir, uma fotografia a lá Sergio Leone, uma pitada de surrealismo e hiper-realidade  e um roteiro extremamente inteligente e esperto (elemento raro no cinema atual), Brick é uma experiência fantástica para qualquer pessoa que aprecia o a sétima arte.

Acompanhe o trailer:

Ponyo

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O gênio por tras de “A viagem de Chiriro” e “Princess mononoke”Hayao Miyazaki, está de volta com a sua nova animação: “Ponyo”.

O filme conta a história de uma pequena sereia que foge de casa e conhece um menino , Sōsuke, que irá cuidar dela para sempre.

Acompanhe o primeiro trailer do desenho:

O filme já estreiou com sucesso no japão e deveria ter passado no ultimo festival do rio. Mas agora, sua estréia está prevista para outubro no Brasil.

Esperamos ansiosos!

Slo-mo HD surf

A BBC gravou o que ela chamou de a primeira cena de surf em HD usando a camera de super slow motion. O resultado é lindo!

Man On Wire

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Ontem tive a oportunidade de ver o documentário que tinha perdido no festival do Rio de cinema. O filme conta a história de Philippe Petit, circense francês que se aventura a cruzar as duas torres do World Trade Center em cima de um fio.

Com um fantástico uso de imagens reais e reencenaçoes com atores, o documentário conta o conto de fadas de Phillip. Com belos depoimentos dos participantes dessa aventura, o filme carrega uma grande emoção, desse desconhecido que quando viu uma foto do WTC, falou que passar por ali seria um sonho realizado.

Man On wire, é mais do que um documentário, é uma aula de cinema e de vida. É sem dúvida o melhor documentário do ano, e top 5 na minha lista de documentários para sempre. Veja agora, imperdível!

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A festa do Oscar

A maior e mais consagrada premiação do cinema mundial está a caminho. Com isso, farei aqui minhas previsões, algumas com o que eu acho que deveria ganhar e outras com quem realmente vai ganhar ( minha escolha está em negrito). Algumas categória tirei porque não faço a mas vaga idéia.

Melhor filme:
“Quem quer ser um milionário?”
– “Frost/Nixon”
– “O curioso caso de Benjamin Button”
– “Milk – A voz da liberdade”
– “The reader”

– The Wrestler deveria ter sido indicado

Melhor diretor:
– Danny Boyle – “Quem quer ser um milionário?”

– Ron Howard – “Frost/Nixon”
– David Fincher – “O curioso caso de Benjamin Button”
– Gus Van Sant – “Milk – A voz da liberdade”
– Stephen Daldry – “The reader”

Melhor ator:
– Mickey Rourke – “The wrestler”
– Sean Penn “Milk – A voz da liberdade”
– Frank Langella – “Frost/Nixon”
– Brad Pitt – “O curioso caso de Benjamin Button”
– Richard Jenkins – “The visitor

Melhor atriz:
– Meryl Streep – “Doubt”
– Kate Winslet – “The reader”
– Anne Hathaway – “O casamento de Rachel”
– Angelina Jolie – “A troca”
– Melissa Leo – “Frozen river”

Melhor ator coadjuvante:
– Heath Ledger – “Batman – O cavaleiro das trevas”
– Josh Brolin – “Milk – A voz da liberdade”
– Robert Downey Jr. – “Trovão tropical”  – Deveria ser ele!
– Philip Seymour Hoffman – “Doubt”
– Michael Shannon – “Revolutionary road”

Melhor atriz coadjuvante:
– Amy Adams – “Doubt”
– Penélope Cruz – “Vicky Cristina Barcelona”
– Viola Davis – “Doubt”
– Taraji P. Henson – “O curioso caso de Benjamin Button”
– Marisa Tomei – “The wrestler”

Melhor longa de animação:
– “Wall.E”
– “Kung Fu Panda”
– “Bolt – Supercão”

Melhor filme em língua estrangeira:
– “Revanche”, de Gotz Spielmann (Áustria)
– “The class”, de Laurent Cantet (França)
– “The Baader Meinhof Complex”, de Uli Edel (Alemanha)
– “Waltz with Bashir”, de Ari Folman (Israel)
– “Departures”, de Yojiro Takita (Japão)

Melhor roteiro original:
– “Frozen river”
– “Na mira do chefe”
– “Wall.E”
– “Milk – A voz da liberdade”
– “Happy-go-lucky”

Melhor roteiro adaptado:
– “O caso curioso de Benjamin Button”
– “Doubt”
– “Frost/Nixon”
– “The reader”
– “Quem quer ser um milionário?”

Melhor direção de arte:
– “A troca”
– “O curioso caso de Benjamin Button”
– “Batman – O cavaleiro das trevas”
– “A duquesa”
– “Revolutionary road”

Melhor fotografia:
– “A troca”
– “O curioso caso de Benjamin Button”
– “The reader”
– “Batman – O cavaleiro das trevas”
– “Quem quer ser um milionário?”

Melhor mixagem de som:
– “O curioso caso de Benjamin Button”
– “Batman – O cavaleiro das trevas”
– “Quem quer ser um milionário?”
– “Wall.E”
– “Procurado”

Melhor edição de som:
– “Batman – O cavaleiro das trevas”
– “Homem de Ferro”
– “Wall.E”
– “Procurado”
– “Quem quer ser um milionário?”

Melhor trilha sonora original:
– Alexandre Desplat – “O curioso caso de Benjamin Button”
– James Newton Howard – “Defiance”
– Danny Elfman – “Milk – A voz da liberdade”
– Thomas Newman – “Wall.E”
– A.R. Rahman – “Quem quer ser um milionário?”

Melhor canção original:
– “Down to Earth”, de Peter Gabriel and Thomas Newman – “Wall.E”
– “Jai Ho” de A.R. Rahman – “Quem quer ser um milionário?”
– “O Saya”, de A.R. Rahman e Maya Arulpragasam – “Quem quer ser um milionário?”

Melhor figurino:
– “Austrália”
– “O curioso caso de Benjamin Button”
– “A duquesa”
– “Milk – A voz da liberdade”
– “Revolutionary road”

Melhor documentário de longa-metragem:
– “The betrayal”
– “Encounters at the end of the world”
– “The garden”
– “Man on wire”
– “Trouble the water”

Melhor edição:
– “O curioso caso de Benjamin Button”
– “Batman – O cavaleiro das trevas”
– “Frost/Nixon”
– “Milk – A voz da liberdade”
– “Quem quer ser um milionário?”

Melhores efeitos especiais:
– “Batman – O cavaleiro das trevas”
– “Homem de Ferro”
– “O curioso caso de Benjamin Button”

Melhor maquiagem:
– “O curioso caso de Benjamin Button”
– “Batman – O cavaleiro das trevas”
– Hellboy II – O exército dourado”

Nick and Norah’s Infinite Playlist

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Vi este filme outro dia. Estava ancioso para assisti-lo mais o brasil manca mais uma vez, e o filme nem deve estrear em salas brasileiras.

A historia do filme é basicamente sobre 1 noite que os dos personagens principais passam juntos.

Não é aquele filme de oscar com efeitos especiais, grandes atuaçoes, fotografia, ediçao etc. É um filme para se ver e apaixonar, aquela comédia romantica inesquecível. O Juno de 2008.

Para os Interessados o filme é todo baseado em um livro de mesmo nome, e claro, ainda sem tradução no Brasil.

E afirmo com o coração, Nick and Norah’s Infinite Playlist, foi o melhor filme da safra 2008 que vi até agora.

500 Days of Summer

Um dos melhores trailer de filmes que ja ví. Tomara que o filme seja do mesmo nível.

A bela trilha fica por conta do  The Temper Trap com a música “Sweet Disposition”

Soulwax

Cansado de assistir ao documentário do Justice?

2 Many DJs, Soulwax, Radio Soulwax e Nite Versions e um só Dvd, esse é O Part of  The Weekend Never Dies. Documentario sobres esses projetos de 2 irmãos.

E sim, todo mundo copia eles.

Curta

Dirigido por Gabriel Mellin e escrito por Beta Mellin o curta “Farinha do Mesmo saco”, conta da história de João que conhece Marina em uma fila de banco. Mas ao ceder seu lugar para ela na fila começa um grande confusão.

MICHEL GONDRY EM SP

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Lúcio Ribeiro reportou em seu blog:

O importante diretor de cinema, vídeos musicais e comerciais Michel Gondry mostra uma nova faceta em São Paulo nesta sexta-feira: a de DJ. O cineasta cool francês desempenha um DJ set em festa promovida por um relativamente novo bar de São Paulo. Não posso falar o nome do local, primeiro porque é segredo. Depois porque não tem. Gondry, diretor de incríveis vídeos de bandas “pequenas” como Chemical Brothers, White Stripes, Bjork, Radiohead e Daft Punk, abre exposição em São Paulo na próxima segunda-feira. O tema da expo é o inédito (passou na Mostra de SP) filme “Rebobine, Por Favor”, estrelado por Jack Black (foto acima) e Mos Def. O propósito do evento, tal qual no filme, é dar ao visitante (ou espectador) recursos para ele fazer um filme caseiro. Sim, “Rebobine, Por Favor”, o filme, é tão “diferente” (= “bem doido”) quanto os trabalhos anteriores de Gondry: “Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças” e “Ciência do Sono”. A exposição acontecerá no Museu da Imagem e do Som em São Paulo (Jdim Europa), até 11 de janeiro.


Para aqueles que não entenderam nada ai vai um resumo do filme e da exposição.
Em “Be Kind Rewind”, novo filme de Michel Gondry, Jack Black e Mos Def são funcionários de uma pequena locadora de vídeo que, depois de apagarem acidentalmente o conteúdo das fitas VHS da loja, resolvem reencenar e protagonizar os filmes.

“Robocop”, “Conduzindo Miss Daisy”, “O Rei Leão”, “A Hora do Rush 2″, “Os Caça-Fantasmas”, entre outros, são todos refilmados pelos dois, utilizando latas, canos, cartolinas, um quintal cheio de lixo e uma câmera velha do dono da locadora.

Para convencer os fiéis clientes da loja a continuarem alugando os filmes, eles chamam suas recriações de “Sweded”, “Sweded movies”, algo como um verbo para Suécia (Sweden). “É um país distante e muito caro”, explica Jack Black para um dos clientes.

Assim como os outros filmes de Gondry, “Be Kind Rewind” não tem nada de convencional. E por isso, o marketing do filme segue o mesmo caminho.

A idéia por trás do site do longa, www.bekindmovie.com, é mostrar que a Internet foi deletada acidentalmente, e assim os visitantes terão que “swedar” a web. Só que além da internet, a New Line vai trazer junto com Gondry esse conceito para o mundo offline.

A exposição permiti as pessoas reencenar os filmes que quiserem. Será uma espécie de estúdio de “Sweding”: as pessoas participam de um workshop com Gondry, filmam e editam enquanto filmam (o que significa parar a filmagem e ir para a próxima cena, sem edição posterior). Cada filme deverá ter entre 5 a 10 minutos.

Gondry explica: “Em duas horas, você entra na loja, cria uma história, filma e assiste seu filme. Então você deixa uma cópia na loja, para quem quiser alugar, e leva outra com você.”

Mas além do marketing, a intenção de Gondry com isso é criar uma espécie de galeria de filmes feitos pelas pessoas, que ficarão expostos e disponíveis para quem quiser alugar.

Me recordo de ter visto o programa, da Ex-VJ da MTV Didi Wagner no Multishow, “Lugar Incomum”. onde foi só sobre essa exposição. Pareceu algo bem divertido e interessante, para quem curtiu o filme,  não pode perder essa oportunidade de fazer o seu próprio Sweed Movie.
P.S.: Michel Gondry como DJ é um grande cineasta.

Os 100 melhores Filmes Segundo a revista Les Cahiers du Cinema

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A famosa de revista francesa sobre cinema,Les Cahiers du Cinema , fez agora a sua lista dos 100 melhores filmes de todos os tempos. Há filmes alemãs, russos, espanhóis, franceses, americanos… mas não ha ingleses… estranho…

Citizen Kane – Orson Welles

The Night of the Hunter – Charles Laughton

The Rules of the Game (La Règle du jeu) – Jean Renoir

Sunrise: A Song of Two Humans (L’Aurore) – Friedrich Wilhelm Murnau

L’Atalante – Jean Vigo

M – Fritz Lang

Singin’ in the Rain – Stanley Donen & Gene Kelly

Vertigo – Alfred Hitchcock

Children of Paradise (Les Enfants du Paradis) – Marcel Carné

The Searchers – John Ford

Greed – Erich von Stroheim

Rio Bravo – Howard Hawkes

To Be or Not to Be – Ernst Lubitsch

Tokyo Story – Yasujiro Ozu

Contempt (Le Mépris) – Jean-Luc Godard

Tales of Ugetsu (Ugetsu monogatari) – Kenji Mizoguchi

City Lights – Charlie Chaplin

The General – Buster Keaton

Nosferatu the Vampire – Friedrich Wilhelm Murnau

The Music Room – Satyajit Ray

Freaks – Tod Browning

Johnny Guitar – Nicholas Ray

The Mother and the Whore (La Maman et la Putain) – Jean Eustache

The Great Dictator – Charlie Chaplin

The Leopard (Le Guépard) – Luchino Visconti

Hiroshima, My Love – Alain Resnais

The Box of Pandora (Loulou) – Georg Wilhelm Pabst

North by Northwest – Alfred Hitchcock

Pickpocket – Robert Bresson

Golden Helmet (Casque d’or) – Jacques Becker

The Barefoot Contessa – Joseph Mankiewitz

Moonfleet – Fritz Lang

Diamond Earrings (Madame de…) – Max Ophüls

Pleasure – Max Ophüls

The Deer Hunter – Michael Cimino

The Adventure – Michelangelo Antonioni

Battleship Potemkin – Sergei M. Eisenstein

Notorious – Alfred Hitchcock

Ivan the Terrible – Sergei M. Eisenstein

The Godfather – Francis Ford Coppola

Touch of Evil – Orson Welles

The Wind – Victor Sjöström

2001: A Space Odyssey – Stanley Kubrick

Fanny and Alexander – Ingmar Bergman

The Crowd – King Vidor

8 1/2 – Federico Fellini

La Jetée – Chris Marker

Pierrot le Fou – Jean-Luc Godard

Confessions of a Cheat (Le Roman d’un tricheur) – Sacha Guitry

Amarcord – Federico Fellini

Beauty and the Beast (La Belle et la Bête) – Jean Cocteau

Some Like It Hot – Billy Wilder

Some Came Running – Vincente Minnelli

Gertrud – Carl Theodor Dreyer

King Kong – Ernst Shoedsack & Merian J. Cooper

Laura – Otto Preminger

The Seven Samurai – Akira Kurosawa

The 400 Blows – François Truffaut

La Dolce Vita – Federico Fellini

The Dead – John Huston

Trouble in Paradise – Ernst Lubitsch

It’s a Wonderful Life – Frank Capra

Monsieur Verdoux – Charlie Chaplin

The Passion of Joan of Arc – Carl Theodor Dreyer

À bout de souffle – Jean-Luc Godard

Apocalypse Now – Francis Ford Coppola

Barry Lyndon – Stanley Kubrick

La Grande Illusion – Jean Renoir

Intolerance – David Wark Griffith

A Day in the Country (Partie de campagne) – Jean Renoir

Playtime – Jacques Tati

Rome, Open City – Roberto Rossellini

Livia (Senso) – Luchino Visconti

Modern Times – Charlie Chaplin

Van Gogh – Maurice Pialat

An Affair to Remember – Leo McCarey

Andrei Rublev – Andrei Tarkovsky

The Scarlet Empress – Joseph von Sternberg

Sansho the Bailiff – Kenji Mizoguchi

Talk to Her – Pedro Almodóvar

The Party – Blake Edwards

Tabu – Friedrich Wilhelm Murnau

The Bandwagon – Vincente Minnelli

A Star Is Born – George Cukor

Mr. Hulot’s Holiday – Jacques Tati

America, America – Elia Kazan

El – Luis Buñuel

Kiss Me Deadly – Robert Aldrich

Once Upon a Time in America – Sergio Leone

Daybreak (Le Jour se lève) – Marcel Carné

Letter from an Unknown Woman – Max Ophüls

Lola – Jacques Demy

Manhattan – Woody Allen

Mulholland Dr. – David Lynch

My Night at Maud’s (Ma nuit chez Maud) – Eric Rohmer

Night and Fog (Nuit et Brouillard) – Alain Resnais

The Gold Rush – Charlie Chaplin

Scarface – Howard Hawks

Bicycle Thieves – Vittorio de Sica

Napoléon – Abel Gance

100 Spoilers de filmes em 5 minutos

Cuidado com os Spoilers…

Apenas o Fim

o site Judão fez um crítica nota 10 ao meu filme brasileiro preferido desse ano. Apenas o Fim. Vale a pena dar uma lida, afinal o próprio site é citado no filme.

Ir ao cinema e assistir um filme nacional que não seja uma comédia romântica Globo Filmes, ou que não fale de nordeste ou de favela carioca é quase tão difícil quanto ganhar na loteria. E se o filme, ainda por cima for leve, gostoso de assistir, emocionante, sincero (como diria o próprio diretor/roteirista) e você se identificasse muito com todos os personages, seja porque a sua namorada é como um, você é como outro e seu melhor-amigo é como outro? Mais raro ainda. Pois esse é Apenas o Fim.

O filme não se pretende ser nenhuma mega-produção, é simples, focado, e mostra uma experiência que todo mundo já viveu: um fim de namoro. Aquela última hora que acaba sendo a DR derradeira, onde são expostos todos os pontos positivos e negativos, onde a parte que está terminando explica o porquê do fim, e a parte que está sendo deixada só fica tendo flashbacks dos momentos especiais. É um momento em que todo mundo sente e adoraria não precisar passar por isso.

Toda a trama do longa é focada em um diálogo entre um casal que está rompendo. Cansada da sua rotina, que não consegue lhe proporcionar o que ela imagina que seja felicidade, a menina (Erika Mader) resolve fugir abandonando seu namorado (Gregório Duvivier), seus pais, seus amigos, sem dar grandes explicações. Mas antes de partir, ela decide ter uma conversa e passar sua última hora na presença daqueles de quem está fugindo com o namorado. Nessa hora eles têm uma longa conversa e falam do relacionamento (no passado, no presente e num futuro, onde provavelmente cada um estará vivendo sua vida separadamente). O diálogo é todo permeado por flashbacks – brilhantemente ilustrados em preto e branco – que são repletos de easter-eggs para um público pop/nerd que viveu sua infância entre os anos 80/90 e foi influenciado pelo consumismo e pelo boom tecnológico do fim do milênio.

O filme todo é uma pérola, um verdadeiro presente, para essa geração que nunca é lembrada pelo Cinema Nacional – na verdade, parece que nem mesmo existe o nicho jovem nem existisse no mercado brasileiro. Esse é o primeiro longa voltado para jovens em anos. Na verdade, pensando na trajetória das produções nacionais, voltados para jovens, só consigo me lembrar de Uma Escola Atrapalhada (1990) – da leva de filmes anuais d’Os Trapalhões – e Sonho de Verão (1990), estrelado pelas Paquitas – que apesar de não ter Xuxa no elenco, não deixa de ser considerado um filme da mesma. Ou seja, são 18 anos sem nada produzido para o público jovem, e ainda assim, esses que eu citei foram produzidos para um público infantil e, também, adolescente, não foram feitos pensando exatamente na faixa jovem do mercado.

Já tava mais que na hora das produções nacionais voltarem seus olhos para essa fatia do mercado, que por sinal é a que mais alimenta as gordas bilheterias de blockbuster hollywoodianos. Fico muito feliz com produções do gênero e ainda mais feliz quando podemos ter o prazer de assistir a um filme tão primoroso quanto Apenas o Fim. Já assisti ao longa três vezes e veria outras três e mais três. E choraria, e riria, e me emocionaria sempre com uma história que é simples, sem nenhum ultra-mega-mistério, sem viradas estrombólicas na história, sem nada. Simples, direto e impecável.

E o que me deixa mais feliz é saber que esse é só o primeiro trabalho do diretor/roteirista Matheus Souza. Além do filme ter sido muito bem recebido pelo público (o que mostra que ele está no rumo certo), a tendência é só melhorar cada vez mais e nos trazer outros tantos primores como esse. Em pensar que tudo surgiu como uma empreitada universitária, entre amigos, que pretendiam aprender cinema na prática, e o resultado está aqui, colocando um sorrisão no rosto de todos que tiveram a oportunidade de conferir o produto final. =D

Cena Brasilis/ Judão/ Tayra/ Borbs e muitas outras pessoas que assistiram ao filme até agora recomendam o filme com todas as forças e apostam um picolé de cajá que vocês não ficarão decepcionados depois de passarem 80 minutos na sala de cinema assistindo a Apenas o Fim.

Parabéns a Matheus Souza por um filme tão brilhante! Parabéns a Mariza Leão, por ter apostado todas as suas fichas nesse projeto! Parabéns a toda equipe, formada por amigos, que toparam fazer tudo sem nenhum fim lucrativo (apenas alguns pães na chapa – hehehe) e que se mostraram, acima de tudo, profissionais de primeira (espero não esquecer de citar ninguém): Julia Ramil, Laila, Manu Nóbrega, Vanessa Moore, Lourenço Monte-Mór, Tatiana Pomar, Julia Garcia, Julio Secchin, Gabriel Cabral, Gregório Duvivier, Érika Mader, Álamo Facó, Marcelo Adnet, Natália Dill, Júlia Gorman, Anna Sophia Folch e mais um montão de outras pessoas que encaram o projeto de peito aberto e muita força de vontade de fazer tudo dar certo.

Prêmios e Indicações

Menção Honrosa do Júri Oficial, no Festival do Rio 2008
Prêmio de Melhor Filme pelo Júri Popular, no Festival do Rio 2008
Prêmio de Melhor Longa Brasileiro de Ficção pelo Voto Popular, na 32ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo (2008)

Apenas o Fim
(Brasil, 2008)
80 minutos

Direção: Matheus Souza

Roteiro: Matheus Souza

Elenco: Érika Mader, Gregório Duvivier, Marcelo Adnet, Álamo Facó, Júlia Gorman, Natália Dill, Anna Sophia Folch

Site Oficial: ApenasOFim.com.br

Nota do CENA BRASILIS

Voltando…

Depois de alguns dias de recuperação…

Filme sai dia 11 de novembro

Curta Cult

https://i0.wp.com/www.coccsp.com.br/coccsp_novo/admin/noticia/imagem_noticia.wsp

Tudo aquilo que você sempre quis saber sobre Como Fazer um Curta-Metragem Experimental, Cult e Pseudo-Intelectual e nenhum cult achou que você pudesse entender.

Melhor é use uma boina e camisa Xadrez e um cigarro, pode tambêm andar com uns dvd do Goddard.

Ps – A foto é meramente ilustrativa.

Fazendo Sentido a Sinédoque, Nova York

O primeiro filme de Charlie Kaufman, Sinédoque NY, esta para chegar aos cinemas brasileiros. O filme parece ser feito para confundir as pessoas que o vêem em qualquer lugar. Alguns podem achar brilhante, e outros podem achar de uma complexidade caótica, mas certamente servira de base incontáveis discussões cinematográficas por anos. Quando vi pela primeira vez, não consegui tirar muito sentido do filme. Então tentarei clarificar as intenções de Kaufman e tentar olhar mais profundamente em temas do filme. Pensei em virar Kaufman. Tudo começou com uma simples questão: O que significa a casa pegando fogo? A resposta de Kaufman, infelizmente, fez com que tudo ficasse ainda mais confuso e complexo.

Antes que nós cheguemos muito longe nisso, penso que é apropriado começar pelo básico (Com já fiz em post nesse mesmo blog). O que “sinédoque” significa? A palavra é uma figura de linguagem em que uma parte é usada para o todo ou vice e versa. Em relação ao filme, “sinédoque” esta se referindo a eventual decisão do personagem principal de construir um modelo em escala de Nova York em um galpão para botar uma produção sobre toda sua vida em um palco. Mas isso é só o começo, na verdade a intenção de Kaufman era escrever um roteiro para filme de terror, para que Spike Jonze pudesse dirigir. Com o passar do tempo, o projeto deu para trás, e saiu das mãos de Jonze e caiu nas de Kaufman que decidiu então dirigir ele mesmo. Então como exatamente um filme de terror virou isso? “Meu processo é começar pensando em algo e ver o que vem ” , explica Kaufman. “Eu prefiro explorar noções ao invés de escrever para um predeterminado fim. Isso possibilita que  estória cresça enquanto eu aprendo mais sobre o assunto”. Charlie Kaufman

Tenho certeza que qualquer pessoa que estiver interessada nesse filme já tenha visto o trailer, e lido a sinopse, mas nenhum desses realmente explica o que Sinédoque, Nova York é realmente sobre. É um filme que lida com morte, doenças, desespero, solidão, problemas de relacionamento, metafísica e corações partidos. “ O filme tem um monte de emoções sérias nele, mas é engraçado em um sentido estranho”, afirma Kaufman. O que é aparente no filme é que a maioria das coisas que acontecem a Caden Cotard (Philip Seymour Hoffman) são coisas que Kaufman ele mesmo esta aterrorizado, o que leva a noção de terror. É um filme engraçado sim, mas também complexo e expansivo (quando Caden começa a montar a peça) isso, na minha opinião, faz com que o filme torne-se menos do que está a tentar ser e mais o que você tira/faz dele.

Explorar o interesse de Kaufman em contar historias mais profundamente permite que nós comecemos a entender porque ele escolhe fazer o filme tão aberto para interpretações. “Estou interessado em sonhos e como nós nos contamos estórias em nossos sonhos”, explica Kaufman. “Deixe me ser claro, este filme não é um sonho, mas tem a lógica sonhadora. Você pode começar a voar em um sonho e no sonho é só, ‘ Sim, eu posso voar’- não é como você reagiria no mundo real. Então tudo que acontece nesse filme é para ser tomado no seu valor nominal, é o que está acontecendo. Esta Ok que isso não acontece na vida real – é um filme.” A cada depoimento que coloco só aparenta fazer as coisas piorarem, mas é assim que funciona com Kaufman.

Então vamos voltar a raiz de tudo – a pergunta que fiz quando comecei minha investigação. “ Você não deve se preocupar, ‘com que a casa pegando fogo significa?’ É uma casa pegando fogo que alguém mora – isso é engraçado. Você pode tirar mais dessa metáfora se ela falar com você, mas você não precisa. Espero que o filme funcione em vários níveis e pessoas consigam ler coisas diferentes dele dependendo de que eles são.” As intenções reais de Kaufman finalmente são reveladas, mas não ajuda a responder minha pergunta. Essa na verdade, Kaufman não quer que seja respondida. Ao invés, ele quer que eu tire qualquer conclusão ou olhe como somente mais um elemento do filme e não questione mais, como em um sonho. Aqueles que virão o filme talvez finalmente comessem a entender como esse filme foi feito.

Até esse ponto eu fiz meu trabalho – dei um pequena entrada na mente de Charlie Kaufman e introduzi você para algumas das dinâmicas em Sinédoque, NY. O próximo passo: ver o filme e começar alguma discussão. Você ficara mais confuso ainda tentando descobrir antes mesmo de você ver o filme. É um bom filme, não há o que questionar, é só uma questão de interpretação (se você assim decidir) ou pelo menos tentar tirar algum sentido. Para deixa você com uma ultima pequena sabedoria para ir ao filme, virarei Kaufman mais uma vez ( via esse Perguntas e Respostas da Variety). “ O que significa para mim é irrelevante porque, quando eu escrevo estas coisas e então fiz um filme, foi para você, algumas coisas irão ressoar a você e outras não, mas isso será diferente para cada pessoas e isso é excitante para mim, então eu agradeço a você”

O Financiamento de Filmes Está Mudando

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http://digitalwaveriding.files.wordpress.com/2008/10/ironmanmatrix.jpg

Enquanto se discute o problema de “product placement” ilegal, Hollywood ja faz seu dever de casa a anos. Coisa que o Brasil não parece entender.

O site Antrep04.com fez um posters alternativos, com as verdadeiras “estrelas” dos filmes.

Walter Carrilho

Walter é um gênio no que faz, fala o que tem que falar sem enrolação criando o que ele chama de jornalismo boçal. Um texto dele sobre festivais de cinema.

COMO SOBREVIVER A UM FILME-CABEÇA (OU “TEM UM FILME AFEGÃO NA MINHA SOPA”) .
Começou aqui em São Paulo a 29ª Mostra BR de Cinema, a maior concentração de usuários de óculos quadradinhos e de alunos de semiótica do universo. Por mais de uma semana, em todos os ateliês, escolas de yoga e salas com pufe quadriculado, não se falará em outra coisa. Tá afim de encarar? Acompanhe o nosso guia de sobrevivência.

É fácil acompanhar a mostra?
Não. Sobreviver no deserto sem água por 5 dias é fácil. Sobreviver a 332 filmes não é. Ainda mais que um deles pode ser do Tibete (mas legendado em cantonês, claro…pra facilitar…). Se cada filme tiver 2 horas de duração, serão 664 horas. Para assistir a todos você levaria 27 dias. 27 dias sentado no escuro, sem sexo e nem cerveja. Descarte alguns. Sim, o do Tibete é uma boa pedida…

Faz mal assistir a tanto filme?
Pode fazer. Depois de dezenas horas de poltrona é capaz de você desenvolver hérnia de disco, hemorróidas e ainda acabar falando coisas ridículas como “O cinema coreano faz um interessante diálogo dicotômico entre fantasia e inconsciente coletivo de premissas jungianas”. Isso não é legal. E você pode perder a sua (seu) namorada(o). Que provavelmente tem mais o que fazer do que ver aquele filme sobre a vida nas savanas da Zâmbia (lá tem savana? Não sei, nunca fui pra lá…).

Quais filmes devo ver?
Não se preocupe com os filmes. Preocupe-se com as filas. São mais legais que os filmes. É nas filas que você vai exibir o seu intelecto e o seu charme descolado. Quanto maior a fila, melhor. Dá para falar para os outros que você acha Tarkovsky um deus e que o cinema espanhol é inteiramente calcado na experiência de Carlos Saura. Uma bobagem dessas. Vai parecer coisa de fresco, mas pega bem. Ok, É MESMO coisa de fresco. Mas as estudantes de letras vão adorar.

Mas eu quero ver filmes, pombas!
Ok, ok…Escolha os filmes pelo grau de “exotismo”. Não precisa gostar. Apenas tente permanecer na sala até o final. Não ronque. Leve um joguinho eletrônico, se quiser. Eu recomendo.

De quais filmes eu devo gostar?
Ótima pergunta. Você não pode curtir ou detestar qualquer filme. Deve seguir o gosto da média. Aqui vai um resumo. Todo filme asiático é bom. Mesmo os pavorosamente ruins. Filmes espanhóis são corretos e os iranianos são “difíceis e intensos”. O que, lógico, não quer dizer muita coisa. Dores de barriga também são difíceis e intensas. Mas filme cabeça é assim mesmo: complicado de explicar.

Mas como eu vou reconhecer os filmes asiáticos, espahóis e iranianos?
É fácil, né? Nos filmes asiáticos todo mundo tem olho puxado, nos espanhóis todos fazem sexo e nos iranianos tem sempre uma criança correndo atrás de uma bola ou uma pipa. Que, como você deve saber, não são bolas ou pipas, mas sim metáforas do desejo reprimido de liberdade.

O que falar na saída do cinema?
Faça o seguinte: coloque as mãos no peito, respire fundo e diga: “É báááárbaro!” Pronto, você será visto como uma pessoa sensível.

Mas para que eu vou ver os filmes da Mostra?
Para ampliar os seus horizontes cinematográficos. Para alimentar a alma…Para…ah, quer saber? É para ficar bem na fita. Só isso. E também para desfilar com aquele casaco novo seu. Se existe outra razão eu não sei…

Alta Fidelidade

Leiam o livro e vejam o filme – Jack Black é perfeito para esse papel

Intro

A revista Vanity Fair vai eleger os melhores 25 de tudo. Uma delas é  a votação para as melhores sequências de Créditos iniciais de filmes. Coloco aqui a minha seleção da lista.

Juno

Obrigado Por Fumar

Austin Power 2

Monty Python e o Cálice Sagrado

Se7ven

As que faltaram na lista:

Sr. da Guerra

Mais estranho que Ficção – Muito pela Música de Spoon

Cães de Aluguel

Não sao de Filmes mais são sensacionais

Mad Men

The Sopranos

A Sete Palmos

Dexter

Chuck

Cowboy Bebop

Californication

Inglorious Bastards

Saiu o poster do novo filme de Quentin Tarantino

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Top 5 – Festival do Rio

Com o fim do festival ai vai meu Top 5 filmes.

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5 – Café dos Maestros

Um Documentário produzido por Santaolalla do Bajofondo, que reuni os grandes mestres vivos do Tango em um emocionante show no lindo teatro Colon em Buenos Aires. Para Quem gosta de música e de tango é um filme imperdível que emociona a qualquer um.

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4 – Choke

Baseado no livro do mesmo autor de clube da luta, Choke é com certeza um dos filmes mais bem escritos e engraçados do ano. Com um estilo irônico, mas sem as maluquices de clube luta, Choke aborda o tema de pessoas viciadas em sexo. As cenas que acontecem no rancho histórico onde o personagem principal e seu amigo trabalham valem o filme.

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3 – Apenas O Fim

Já comentado neste blog, Apenas o Fim, tem tudo para marcar uma geração. Tanto que já ganhou o premio do júri popular de melhor filme do Festival do Rio

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2 – Gonzo: Um delírio Americano

Só de ver Hunter Thompson, dando um cheradinha antes de uma entrevista e atirando em trocentas coisas com suas 32 armas, faz deste um dos melhores filmes do Festival e do ano.

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1 – Queime Depois de Ler

Esse filme se faz por seus diálogos muito bem escritos pelos irmãos Coen. Com as cenas com o personagem do J.K Simmons e uma cena surreal do John Malkovich com uma Machadinha, Queime Depois de Ler, faz dos Coes hoje, um dos melhores roteristas e diretores de holywood

Para Colocar na Agenda:

Tue: 10-07-08

Festival Multiplicidade no Rio de Janeiro Traz D-Fuse e Peter Greenaway
O festival Multiplicidade_Imagem_Som_Inusitados comemora quatro anos e faz uma série de espetáculos especiais no teatro Oi Casa Grande, no Rio de Janeiro, e desta vez traz ao Brasil o cultuado coletivo inglês D-Fuse e o cineasta Peter Greenaway. Os espetáculo acontecem do dia 14 de outubro até 16 de dezembro.No dia 14 de outubro, os ingleses do D-Fuse, um dos criadores da cultura VJ no mundo, se apresentarão por aqui . O grupo é responsável pela “bíblia” sobre o assunto: “VJ: Audio-Visual Art and VJ Culture”. No dia 18 de novembro sobe ao palco o cineasta e multiartista inglês Peter Greenaway, apresentando a performance-cinema apresentada em São Paulo no ano passado. Encerrando, o coletivo carioca de artistas plásticos Chelpa Ferro aproveita a ocasião para comemorar 13 anos de existência e faz dia 16 de dezembro apresentação inédita com uma orquestra regida por Jaques Morelenbaum, maestro de Caetano Veloso. Os preços  das apresentações serão os mesmos do festival do ano passado: R$ 15,00 e meia-entrada a R$ 7,50.

Ao longo de 2005, 2006, 2007 e 2008, o Multiplicidade apresentou no Oi Futuro atrações expressivas e novas linguagens audiovisuais. Foram mais de 50 apresentações reunindo artistas como Fausto Fawcett & Os Robôs Efêmeros, Chelpa Ferro, Raul Mourão, Muti Randolph, Walter Alfaiate, SuperUber, Kassin, Siri, 6D Estúdio, Hurtmold, os DJs fundadores do site rraurl.com Camilo Rocha e Gil Barbara, Cabruêra, Apavoramento Sound System, Lucas Santtana, Binário, VJ Embolex, DJ Sany Pitbull, Chico Corrêa, Gabriela Maciel, Cadu, Belisário Franca, entre outros, além dos convidados especiais Arnaldo Antunes,Tom Zé, João Donato e Uakti e os artistas internacionais Carlos Casas, Sebastian Escofet, Diplo, Daedelus e Prins Nitram.

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO:

dia 14 de outubro de 2008 . Terça-feira, 21 horas . D-Fuse apresenta Latitude

Após percorrer o mundo, passando pelos maiores festivais do planeta, o coletivo multidisciplinar inglês D-Fuse chega pela primeira vez ao Brasil. Fundado nos anos 90 por Michael Faukner, o trabalho abrange diferentes mídias: design, arquitetura, instalação, fotografia e vídeo.

Baseado num período de investigação de 3 meses, o espetáculo Latitude [31º 10N/121º28E], concebido em parceria com artistas chineses, combina fragmentos de diálogos, espaços desertos e arquitetônicos tradicionais com paisagens urbanas da China, traçando uma multiplicidade de percursos de identidade na China cosmopolita. No Multiplicidade, os membros do coletivo Toby Harris e Douglas Benford apresentarão Latitude [31º 10N/121º28E] ao vivo, remixando as imagens gravadas na China e editando cenas junto com batidas e ambiências sonoras disparadas no momento.

Peter Greenaway´. “Tulse Luper VJ Performance” . dia 18 de novembro
Greenaway tornou-se conhecido mundialmente pelos filmes que realizou em suporte e formato mais ou menos tradicionais entre as décadas de 80 e 90, como “O Cozinheiro, o Ladrão, Sua Mulher e o Amante” e “O Livro de Cabeceira”. Hoje, Peter Greenaway aposta num novo cinema, que interage com o uso inventivo das novas tecnologias. Greenaway investiga a convergência destas novas mídias digitais em busca de novas linguagens. Segundo ele, o cinema como nós o conhecemos está morto. Na performance Tulse Luper Suitcases, que Greenaway já apresentou em São Paulo no ano passado, o artista cria uma modalidade imersiva e eletrônica de cinema. O artista conta, à maneira de um game, a vida de Tulse Luper, escritor e projetista que nasceu em 1911, em Newport, South Wales, e desapareceu em 1989, depois de passar anos entre prisões. Greenaway utiliza uma interface de alta definição de 50 polegadas ‘’touch screen’’ para reelaborar os filmes e histórias que envolvem o personagem, suas malas e objetos pitorescos.

Chelpa Ferro e Orquestra de Jaques Morelenbaum . dia 16 de dezembro

O coletivo carioca Chelpa Ferro fecha a programação do Multiplicidade em 2008 com um espetáculo inédito junto a uma orquestra regida especialmente por Jacques Morelembaum. O grupo transita entre a música e a arte visual tecnológica sempre com muita experimentação e tem um extenso currículo ligado tanto a performances como ao circuito de artes plásticas, nacional e internacional.

O Grande Blockbuster Brasileiro ou Não

tranquilão

Depois de ter lido uma matéria na revista Exame, um filme sendo produzido hoje no Brasil me deixou encucado. O filme se chama Besouro e conta a história do Mítico herói de capoeira – Besouro quem?

O filme esta sendo dirigido pelo João Daniel Tikhomiroff (quem?), que é nada mas e nada menos que o MAIOR ganhador de Leões de Cannes da publicidade brasileira, no total 41 – agorá vai – não é pouca merda não é muita merda.

Para acompanhar a saga de filmagem do primeiro filme de super herói brasileiro, pq Batman é para os fracos, foi criado um blog. Onde se pode ver posts semanais sobre as filmagens que estão sendo rodadas na chapada da Diamantina.

O Blog está recheado de pérolas como esta

“Besouro, para um capoerista, é como Jesus Cristo para os cristãos”. É com essa definição forte que o ator Nilton Júnior, o Cobra-Criada de Besouro, resume a importância que sente ao participar das filmagens do longa-metragem baseado nas lendas de um dos maiores mitos de todos os tempos da capoeira.”

“Eles me ensinaram a descobrir e usar tudo o que eu tenho dentro de mim. Isso é muito mais difícil do que meramente construir um personagem como ator. Graças a esse trabalho, mudei a forma de ver o mundo, de enxergar as pessoas. Descobri até mesmo que sou capaz de matar. Foi muito profundo”, diz ator do Bando de Teatro Olodum, que mesmo fora do set adotou a fala mansa e pausada de um Orixá.  ———— O Oscar 2010 de melhor ator já tem dono,

O post sobre o Homem IBGE de Igatu é uma coisa.

No seu canal do YouTube, Tudosobrebesouro, o diretor comenta os primeiros dias da filmagem:

Com um orçamento gigante e coreógrafo do filme O Tigre e o Dragão, Besouro tem tudo para ser o mico de 2009.

Box Art

A coleção Criterion lança seus, DVDs com as capas recriadas por um estúdio de Design. Ai vai as 50 melhores:

Days Of Heaven

The Ice Storm

Le Samourai

Bottle Rocket

Vampyr

Two-Lane Blacktop

Trafic

Yi Yi

Naked Lunch

Yojimbo

F For Fake

Onibaba

Hoop Dreams

The Man Who Fell To Earth

Heaven Can Wait

Scenes From A Marriage

Fires On The Plain

Umberto D

The Atomic Submarine

The Face Of Another

The Leopard

Koko

Ivan’s Childhood

If…

La Commare Secca

The Third Man

The Double Life Of Veronique

Grey Gardens

Kicking And Screaming

Fear And Loathing In Las Vegas

Missing

Robinson Crusoe On Mars

Port Of Shadows

Fanny & Alexander

Metropolitan

Eyes Without A Face

Night And Fog

Brand Upon The Brain

The Honeymoon Killers

Bicycle Thieves

Ashes + Diamonds

Pierrot Le Fou

Secret Honor

The Bad Sleep Well

Jigoku

The Furies

Army Of Shadows

House Of Games

Amarcord

O poder da Cruz

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Com certeza um dos Top 5 Live acts que vi até hoje e agora esta lançando um DVD com um documentario/show. Ta aí um teaser

Sinédoque NY

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Ainda estou digerindo o filme, enquanto isso a definição dessa complicada palavra do título que ajuda a entender o filme:

Sinédoque – É a figura de linguagem em que o todo é substituído pelas partes – ou o inverso. Exemplo : ele tinha mil cabeças no rebanho. “Cabeças” no lugar de gado.

Apenas o Começo

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Hoje assisti Apenas o Fim, estrelado por Erika Mader e Gregório Duvivier, o filme mostra as ultimas horas de um casal que vai se separar. Com roteiro e Direção do estudante Matheus Souza, o filme tem todos os elementos de um Indie de sucesso.

Através de diálogos recheados de clichês e referencias pop, Apenas o Fim, conseguiu retratar muito bem essa geração que cresceu vendo Cavaleiros do Zodiaco e ouvindo Coldplay.O Filme é brilhante em tudo, fotografia, direção e roteiro, a única coisa que senti que incomoda é que as vezes a câmera treme demais. Alem disso, Erika e Duvivier estão em plena sintonia no filme e dão atuações brilhantes, que ainda conta com hilárias participações de Marcelo Adnet e outros atores.

Quem sabe se com esse filme, o cinema brasileiro não perceba que há muito mas do que miséria, sexo e violência para se falar. Apenas o Fim, tem tudo para marcar essa geração que não se vê no cinema. Com isso fico aqui torcendo para ele levar o premio de melhor do festival do Rio.

Nota: 9.0

Ps: Esse poster é fantástico.

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