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Blog sobre entretenimento e cultura pop.

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Cultura Digital

AS 100 melhores frases do cinema em 200 segundos

Mac é o car****

Quando eu falo que o Girl Talk é o cara, muitos não acreditam. Neste vídeo do YouTube que pesquei do URBe, o próprio comenta sobre essa nova era de criadores digitais. E ainda faz um merchanding para a companhia do Tio Bill. Mas o fato é que o cara sabe o que ta falando e mostra o que é possivel nos dias de hoje com a globalização, a pirataria e a criação de softwares. Tudo isso em 2 minutos…

Ps – I’m a mac

Entrevista Com Ronaldo Lemos

Em ritmo de Tim Festival o rraurl entrevistou o professor/advogado/curador Ronaldo Lemos, que esta lançando seu livro Tecnobrega. Lemos dá aula da FGV do Rio de janeiro e é diretor do Centro de Tecnologia e Sociedade (CTS) da mesma faculdade. Criador do site Overmundo e conselheiro do Creative Commons. O ex aluno de Harvard e entusiasta do Tecnobrega do pará fala de seu papel na escalção do Festival, os problemas de cancelamento, e responde a algumas reclamações. Junto tambem cologo outra entrevista dele onde fala de diretos autorais no mundo atual e a industria cultural. Lemos da uma verdadeira aula de Direitos autorais e curadoria de festivais.

TIM FESTIVAL 2008
A CURADORIA. BLACK MUSIC. E OS CANCELAMENTOS

Como é o trabalho de curadoria do TIM?

É um trabalho que acontece durante o ano inteiro e é totalmente profissional. Faço a curadoria para vários outros eventos e festivais no Brasil e fora (agora mesmo está rolando no MIS de São Paulo uma mostra de músicas eletrônicas periféricas, como a champeta, o kwaito, o bubbling, o kuduro e outros*).

A do TIM é sem dúvidas a mais desafiadora. É preciso assistir a muitos shows e nesse sentido ajuda o fato de que acabo tendo de viajar bastante. Além disso, é muito importante entender não só o que está acontecendo na música, mas também no mundo de forma geral, percebendo que idéia cada artista representa naquele momento. Além disso, o trabalho de curadoria muda a cada ano por causa da tecnologia, novos desafios surgem. Por exemplo, o fato do Brasil (e da América Latina) estar fora do circuito internacional de shows. Nem sempre é fácil convencer as bandas a tocar no país. E o segundo, o fato do conceito de “sucesso” ter-se modificado completamente.

(*N. do. A.: a mostra é parte da expo I/Legítimo: Dentro e Fora do Circuito, veja a programação aqui).

Para esse ano, no que diz respeito à música eletrônica e jovem, quais foram os preceitos?

Um dos princípios do festival é a diversidade. Nesse ano há várias vertentes diferentes de jazz, de música eletrônica. Tem punk cigano, hip hop, tem guitarrada paraense, tem funk carioca, e assim por diante. Sempre buscamos fazer um balanço do que houve de mais interessante em diversos segmentos musicais naquele ano. E também apontar tendências e apostas para o futuro, coisa que o festival sempre fez bem.

É bom lembrar que o TIM é um festival muito grande. Nesse ano, mesmo depois dos duros cancelamentos, o festival está trazendo 25 artistas que tocam no Rio, em São Paulo e no Espírito Santo. Em outras palavras, são mais de 50 shows em uma semana, em lugares diferentes. A produção de alguns é enorme. O Kanye West, por exemplo, está trazendo 36 toneladas de equipamento para o Brasil. Esse é outro critério importante: tornar possível ver shows no Brasil do jeito em que acontecem lá fora e que de outra forma dificilmente acabariam vindo para cá.

Mas algumas das críticas sobre a escalação de Klaxons e Gossip, por exemplo, é que elas seriam perfeitas numa edição de 2007, não agora esse ano. O que você acha disso?

Consideramos trazê-los para o ano passado também, mas não havia agenda. No entanto, as duas bandas continuam mais atuais do que nunca. Com relação ao Klaxons, está acontecendo um fascínio pela idéia de “rave”, uma nostalgia pelo final da década de 80 (com o seu “segundo verão do amor”) e o início dos anos 90. Esse é um espectro que vem assombrando a música pop mundial nos últimos anos e ainda vai dar muitos frutos. O Klaxons é um deles, especialmente por terem sido classificados como new rave.
TIM FESTIVAL
Nem sempre é fácil convencer as bandas a tocar no país. E o conceito de “sucesso” modificou-se completamente.A relação dos Klaxons com as “raves” é de afirmação e negação simultaneamente, o que torna a música deles tensa e interessante. Minha percepção é de que a banda ainda será muito relevante. Vai ser desafiador assisti-los ao vivo nesse momento de negação da rave (quem for esperando encontrar glowsticks vai se decepcionar). O Gossip também não poderia estar mais atual. É uma pena que tenham cancelado, inclusive de forma tão chata alegando outros compromissos de agenda. Uma das razões para a atualidade da banda é sua antítese a uma série de idéias muito fortes desse começo de século. Por exemplo, antítese à era Bush; a ideais específicos de beleza e preconceitos sexuais. O Gossip é uma das poucas bandas atuais cuja atitude punk se traduz em um caráter substantivo. Espero vê-los no Brasil em outra oportunidade.

Desde a primeira edição do TIM em 2003 o festival reserva um bom espaço para a música negra. Public Enemy, De La Soul, M.I.A., Cut Chemist, Beastie Boys, Spank Rock, etc.. Qual o estímulo para trabalhar em tal nicho musical? E quais foram os preceitos dessa vertente para 2008?

Nossa preocupação é mapear o que está acontecendo em várias vertentes musicais. Nesse sentido, não acho que musica negra seja um nicho específico. Estamos trazendo o Kanye West nesse ano porque é de fato um dos maiores artistas atuais. E não é pelos dez Grammys que ele ganhou. O enfoque dele com relação à música enquanto diálogo permanente com várias artes é muito interessante. É muito bacana ver a influência de artistas da vanguarda de artes plásticas na música dele (como a recente parceria com a Vanessa Beecroft) e de estilos inusitados como a filtered disco no seu último disco. É também bacana ver como ele é bem recebido por vários públicos, do rock ao eletrônico, que vão além do alcance do hip hop mainstream americano

Ainda sobre black music, o Yo Majesty chegou a publicar no MySpace datas no TIM, mas não foi anunciado. A dupla que seria perfeita tocando ao lado de Neon Neon, já que eles participam do álbum deles. O que houve?

Queríamos trazer as meninas do Yo!Majesty, inclusive para que tocassem junto com o Gossip (seria uma overdose de egos e gordinhas lésbicas no palco – seria incrível). Acontece que recebemos um e-mail do agente delas em agosto dizendo que a Shunda K, que era o maior talento no grupo, tinha saído da banda em meio a uma briga complicada. Isso causou uma série de instabilidades e o show havia mudado completamente. Por essa razão, achamos melhor cancelar e torcer para que elas se acertassem. Espero que esteja tudo bem agora.

(N. do A.: Entramos em contato com a banda e o manager, mas não obtivemos resposta. Apesar de não ter vindo ao Brasil por esse suposto “fim”, o MySpace da banda ainda lista datas de shows e Shunda como integrante.)

DIREITOS AUTORAIS
CONQUISTAS E DESAFIOS HOJE E PARA 2009

Em 2006, numa entrevista ao rraurl, lhe foi perguntado: <i>A questão do direito autoral acabou se tornando uma verdadeira guerra nos últimos anos. Que vitórias você destacaria, para ambos os lados? Gostaria que você respondesse a mesma pergunta analisando o período de 2007/2008.

A guerra continua. O direito autoral é hoje o campo de batalha onde serão resolvidos (ou não) diversos conflitos originados pela tecnologia digital e pela internet, como a questão dos remixes, o direito ou não de baixar música e assim por diante.

INDÚSTRIA CULTURAL
A música vive um momento muito bom, essa “crise” é muito mais da indústria do que da música. O desafio (…) é encontrar o equilíbrio entre o direito de acesso e a justa remuneração dos autores.Infelizmente sou bastante pessimista e acho que nessa batalha a sociedade está levando a pior com relação ao direito. As derrotas da socieades têm sido duras. A última, por exemplo, foi a aprovação da legislação chamada Pro-IP pelo governo Bush nos EUA (saiba mais). Ela endurece ainda mais as penas para violações de direito autoral, torna mais fácil processar “cúmplices” na violação autoral (como sites e provedores de internet) e cria a figura de um “Czar” do direito autoral nos EUA, com a responsabilidade de defender politicamente os interesses da indústria da música e de Hollywood em todo o mundo. É um péssimo exemplo.

Como exemplo de vitórias, uma das poucas é a aprovação da chamada Agenda do Desenvolvimento na Organização Mundial da Propriedade Intelectual, que abre chance de trazer um pouco mais de racionalidade para essa discussão no mundo inteiro, inclusive abrindo espaço para temas como o Creative Commons e o Software Livre, ignorados até pouco tempo na esfera internacional. Pelas propostas da Agenda, a propriedade intelectual não deve ser vista como um fim em si mesma, mas sim como um instrumento para a promoção do desenvolvimento econômico, cultural e social de todos os países. Isso em si já é uma mudança e tanto. Resta saber agora como ela será implementada nos próximos anos.

O compartilhamento de arquivos parece sobreviver a medidas da indústria fonográfica, a opções conciliadoras (o próprio Creative Commons) e até mesmo à tecnologia, já que não se depende mais apenas de softwares P2P para a troca de arquivos. Hoje, uma busca bem objetiva no Google Blog Search leva a inúmeras páginas, blogs e outros links com álbuns inteiros armazenados em sites como zshare e rapidshare. Fora os torrents da vida. O que você acha disso?

Acho o mesmo que o Paul Krugman, prêmio Nobel de economia deste ano. Conforme ele escreveu em um artigo recente no New York Times, a indústria da música precisa estar preparada para uma realidade econômica em que o custo da cópia e da disponibilização da música é zero (leia o artigo – “Bits, Bands and Books“). Isso é um problema que vai além da esfera jurídica. É efetivamente uma questão econômica. Ainda é possível tentar recriar artificialmente uma certa “escassez” para a distribuição da música através do direito, mas o custo disso será cada vez mais alto. A solução é investir tempo e dinheiro em novos modelos de negócio. A música vive um momento muito bom, essa “crise” é muito mais da indústria do que da música. E com ela existe uma oportunidade extraordinária para o surgimento de inúmeros modelos de negócio.

É impossível para a indústria e outros meios de controle acompanhar a velocidade de blogs musicais e controlar o compartilhamento de faixas e álbuns neles?

Certamente. Como mencionei acima, o conceito de “sucesso” mudou completamente. Ele não tem nada a ver mais com o que diz a Billboard e outras revistas de música, a televisão ou qualquer outra mídia. Não existe mais um “árbitro” único para o sucesso. A verdade é que a indústria já acompanha o que acontece nos blogs de MP3 e nas redes sociais para se orientarem sobre o que vai dar certo ou não. Há até um artigo recente mostrando uma correlação entre o número de dowloads de uma série de TV nova e seu sucesso ou fracasso na temporada seguinte.

Brincando um pouco de futurologia, quais serão os maiores desafios para a questão dos direitos autorais em 2009?

O desafio continuará o mesmo que em 2000: encontrar o equilíbrio entre o direito de acesso da sociedade e a justa remuneração dos autores. De 2000 para cá inúmeras oportunidades foram perdidas. Por exemplo, a indústria da música poderia ter feito de cara um acordo com o Napster. Muitos dos problemas e das insatisfações que vemos hoje não teriam acontecido. O próprio iTunes da Apple possivelmente seria bem diferente do que é hoje (e possivelmente até melhor, sem DRMs desde o início e com preços mais baixos). E a indústria como um todo estaria mais bem adaptada aos novos tempos.

Essa oportunidade, no entanto, foi perdida. Espero que pelo menos algumas das inúmeras novas oportunidades que surgem todos os dias sejam aproveitadas (por exemplo, que tal pensar em um acordo com os sites que trabalham com trackers privados?).

E você, baixa música ilegal?

Hoje não é mais preciso baixar música para o seu próprio computador. Praticamente tudo está online, seja no YouTube, no MySpace, na Last.fm e assim por diante. Pouca gente se deu conta, mas a idéia de cloud computing, em que tudo fica armazenado na própria rede (a “nuvem”) é uma tendência forte também para a distribuição de conteúdos. Isso, aliás, é o começo do fim da era do iPod. A próxima geração de players portáteis será wi-fi, e toda a música ficará armazenada na rede. O usuário poderá ouvir o que quiser na hora em que quiser sem precisar baixar nada para o próprio computador. Já há indícios de que o próprio iTunes está indo nessa direção.

Cultura Digital

Um dos aspectos cada vez mais importantes para o entretenimento, é o “problema” que se esta tendo um as novas linguagens criadas pela internet, como por exemplo, os Mashups que o Girl Talk faz, que por lei são ilegais.  Cada Vez mais se discute esse assunto e um dos seus grandes pensadores é Lawrence Lessig, que acabou de lançar um livro titulado de “Remix”. Alguns Dias atrás saiu no Wall Street Journal um Artigo de Lessig, que mostrava, simples assim, que leis de direitos autorais e a nova mudança cultural na era digital, não estão no mesmo “nível”. Ele mostra que deve haver algo errado quando a Universal esta processando uma mãe de um bebe de 13 meses, por motivos de infração dos diretos autorais de um vídeo feito por ela no YouTube.
Ele mostra que não é um problema de comensurabilidade como no caso acima, mas também um grande problema para a cultura criativa.
“Nós estamos no meio de uma guerra – que alguns chamam de “a guerra dos direitos autorais”; O que Jack Valentine chamava de sua própria “guerra terrorista”, onde os terroristas aparentemente são nossas crianças. (…) O compartilhamento de Arquivos através de Peer-to-Peer é o inimigo na guerra dos direitos autorais. Crianças “roubando” coisas com o computador são o alvo. A guerra não é sobre novas formas de criatividade, não é sobre artistas fazendo novas artes.
Ainda toda guerra tem seu efeito colateral. Esses criadores são os efeitos colaterais dessa guerra. A extrema de regulamentação que as leis de direitos autorais tornou-se, faz com que se torne difícil, as vezes impossível, para que um longo alcance de criatividade que qualquer sociedade livre – se for pensado por só por um segundo – permitiria existir, legalmente”

Esse era o problema que ele tentava resolver quando fundou o Creative Commons
As leis de diretos autorais devem ser mudadas. No artigo, Lawrence faz 5 boas sugestões para mudanças que fariam um mundo de diferença. Leia elas em detalhe no artigo do WSJ.
Se quiser ver um resumo do livro, assista a sua palestra no TED:

Um documentario esta sendo produzido no assunto acompanhe o trailer:

Pela Internet 2:

O culto a Tina Fey.

Ridley Scott adaptará o consagrado livro de Aldous Huxley “Admirável Mundo Novo”.

Ingressos para filmes brasileiros passarão a custar 4 reais entre segnda e quinta.

A aparelhagem do Justice

David Perry fala sobre vídeo games e a vida

Rebobine Por Favor

http://rustyoscar.files.wordpress.com/2008/02/be-kind-rewind-img1.jpg

Este texto foi postado no Blog Conector do grupo O’esquema. Escrito por Gustavo Mini, ele aborda um tema cada vez mais recorrente na internet, o feito em casa. Através do filme do diretor Michel Gondry, Mini fala sobre, a cultura que esta se criando de vídeos criados pelo consumidor. Uma cultura Digital Trash..

E pode se ficar também a mensagem que Michel Gondy quer passar pelo seu novo filme: “As vezes, os melhores filmes são aqueles que fazemos em casa”

Outro grande trunfo do filme é o seu site na internet, onde por algum motivo a internet foi apagada e cabe as pessoas recrialas

Para finalizar no espirito de Be KInd Rewind, um sweded do Jurassic Park

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