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Blog sobre entretenimento e cultura pop.

mês

novembro 2008

Urgente: Ingressos Radiohead

Sobre a venda dos ingressos
Os ingressos para os shows começam a ser vendidos pelo site
http://www.ingresso.com a partir das 00:00h do dia 05 de dezembro 2008
Em São Paulo, também será possível comprar ingressos, a partir das
9:00h do dia 5 de dezembro, nas bilheterias do Estádio do Pacaembu –
Rua Prof. Passalaqua, s/n – ao lado do portão 24.

No Rio de Janeiro os ingressos estarão também disponíveis, a partir
das 9:00h do dia 5 de dezembro, na bilheteria 1 do Maracanãzinho –
Prof. Eurico Rabelo – próximo a estátua do Bellini
Serão disponibilizados 35 mil ingressos para Rio de Janeiro e 30 mil
ingressos para São Paulo.
A censura do evento é 16 anos.
O telefone do SAC é 021 30 35 76 21 – atendimento@ingresso.com.br

Setores disponíveis e valores dos ingressos:

Dia 20/03/09 – RIO DE JANEIRO – Praça da Apoteose
PISTA E ARQUIBANCADA– 35 mil ingressos
Inteira ……………….R$ 200,00
Meia/Estudante………….R$ 100,00

DIA 22/03/09 – SÃO PAULO – Chácara do Jóquei
PISTA – 30 mil ingressos
Inteira ……………….R$ 200,00
Meia/Estudante………….R$ 100,00
http://www.ingresso.com ou nos pontos credenciados
INFORMAÇÕES IMPORTANTES:
Pagamento nos pontos de venda – apenas em dinheiro
Limite de venda de 4 ingressos por pessoa
Não será efetuada devolução de dinheiro após a compra
Não será permitida a troca de ingressos após a compra
Pontos de venda credenciados
São Paulo
Bilheteria dos Estádio do Pacaembu
Rua Professor Passalaqua, S/n◦

Rio de Janeiro
Bilheteria 1 do Maracanãzinho
Professor Eurico Rabelo S/ n◦ – próximo a estátua do Bellini

FICHA TÉCNICA
FESTIVAL – JUST A FEST
ATRAÇÃO PRINCIPAL – Radiohead
REALIZAÇÃO – Planmusic Entretenimento, MCT Brasil Produções e Brasil 1
Entretenimento
DATAS – 20 de março no Rio de Janeiro e 22 de março em São Paulo
ONDE – Praça da Apoteose (RJ) e Chácara do Jóquei (SP)
CENSURA – 16 anos
VENDA DE INGRESSOS – http://www.ingresso.com

Pelos menos não foi 200 reais a meia

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Possíveis datas do Radiohead no Brasil

Urgente: Lucio Ribeiro postou em seu blog as possiveis datas do Radiohead no Brasil:

Rio de Janeiro – 20/3 – Na praça da Apoteose
São Paulo – 22/3 – Chácara do Jockey
* um segunda data (23/3) em SP é possivel, mas irá depender de como for a venda de ingressos pra primeira.

Bons Ares

Vou exercer minha função de fiscal da natureza em Buenos Aires, deixo vocês com Orquesta Típica Fernandez Fierro. Umas das bandas responsaveis pela volta do tango na Argentina.

Frase da Semana

“E sem essa de “Ah, mas tem a MPB, Tetê Espíndola tem uma voz tão linda…” Quando ouço o Lenine cantando “O meu umbigo é meu amigo”, fico pensando nos porres que Adoniran Barbosa tomaria no céu se soubesse.”

Walter Carrilho, em seu blog

Purê Doggystyle

Vi no Trabalho Sujo

Festa Calzone

28 de Novembro acontece no Jockey Club, A festa Calzone. Com um Live set com direito a controles de Wii, Mpc e Mashups do Mito, A lenda João Brasil.

MICHEL GONDRY EM SP

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Lúcio Ribeiro reportou em seu blog:

O importante diretor de cinema, vídeos musicais e comerciais Michel Gondry mostra uma nova faceta em São Paulo nesta sexta-feira: a de DJ. O cineasta cool francês desempenha um DJ set em festa promovida por um relativamente novo bar de São Paulo. Não posso falar o nome do local, primeiro porque é segredo. Depois porque não tem. Gondry, diretor de incríveis vídeos de bandas “pequenas” como Chemical Brothers, White Stripes, Bjork, Radiohead e Daft Punk, abre exposição em São Paulo na próxima segunda-feira. O tema da expo é o inédito (passou na Mostra de SP) filme “Rebobine, Por Favor”, estrelado por Jack Black (foto acima) e Mos Def. O propósito do evento, tal qual no filme, é dar ao visitante (ou espectador) recursos para ele fazer um filme caseiro. Sim, “Rebobine, Por Favor”, o filme, é tão “diferente” (= “bem doido”) quanto os trabalhos anteriores de Gondry: “Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças” e “Ciência do Sono”. A exposição acontecerá no Museu da Imagem e do Som em São Paulo (Jdim Europa), até 11 de janeiro.


Para aqueles que não entenderam nada ai vai um resumo do filme e da exposição.
Em “Be Kind Rewind”, novo filme de Michel Gondry, Jack Black e Mos Def são funcionários de uma pequena locadora de vídeo que, depois de apagarem acidentalmente o conteúdo das fitas VHS da loja, resolvem reencenar e protagonizar os filmes.

“Robocop”, “Conduzindo Miss Daisy”, “O Rei Leão”, “A Hora do Rush 2″, “Os Caça-Fantasmas”, entre outros, são todos refilmados pelos dois, utilizando latas, canos, cartolinas, um quintal cheio de lixo e uma câmera velha do dono da locadora.

Para convencer os fiéis clientes da loja a continuarem alugando os filmes, eles chamam suas recriações de “Sweded”, “Sweded movies”, algo como um verbo para Suécia (Sweden). “É um país distante e muito caro”, explica Jack Black para um dos clientes.

Assim como os outros filmes de Gondry, “Be Kind Rewind” não tem nada de convencional. E por isso, o marketing do filme segue o mesmo caminho.

A idéia por trás do site do longa, www.bekindmovie.com, é mostrar que a Internet foi deletada acidentalmente, e assim os visitantes terão que “swedar” a web. Só que além da internet, a New Line vai trazer junto com Gondry esse conceito para o mundo offline.

A exposição permiti as pessoas reencenar os filmes que quiserem. Será uma espécie de estúdio de “Sweding”: as pessoas participam de um workshop com Gondry, filmam e editam enquanto filmam (o que significa parar a filmagem e ir para a próxima cena, sem edição posterior). Cada filme deverá ter entre 5 a 10 minutos.

Gondry explica: “Em duas horas, você entra na loja, cria uma história, filma e assiste seu filme. Então você deixa uma cópia na loja, para quem quiser alugar, e leva outra com você.”

Mas além do marketing, a intenção de Gondry com isso é criar uma espécie de galeria de filmes feitos pelas pessoas, que ficarão expostos e disponíveis para quem quiser alugar.

Me recordo de ter visto o programa, da Ex-VJ da MTV Didi Wagner no Multishow, “Lugar Incomum”. onde foi só sobre essa exposição. Pareceu algo bem divertido e interessante, para quem curtiu o filme,  não pode perder essa oportunidade de fazer o seu próprio Sweed Movie.
P.S.: Michel Gondry como DJ é um grande cineasta.

Do Brasil: Macaco Bong

Ótimos músicos, ótima banda. Simples assim.

Para Ouvir: Antony

https://i0.wp.com/www.billions.com/artists/antony/images/antony1_cervantes.jpg

Conhecido(a) também com uma nova “diva” do pop. Antony, da banda Antony and the Johnsons, é um cara meio triste. Com canções melancólicas de cortar o pulso, Antony consegue deprimir a todos que o escuta. Mas suas músicas são bonitas e sua voz forte e vibrante.

Quando Antony não esta por ai cortando os pulsos ou outras coisas, adivinhem o que ele faz? Dá uns bicos de cantor Disco.

E é ai que ele se revela. Sua voz se mostra perfeita pra ser posta nas pistas do revival da Disco. Com canções como Blind, do Hercules and Love Affair, Antony solta o EMO em si mesmo e faz os ouvintes soltarem a franga, ou saírem no armário (será?)

Outra música é One More Try do My Robot Friend, música na qual, foi classificado por amigo, como “aquela música que você se imagina entrando la Le Boy (boate gay aqui no rio) a noite e já vai direto pra pista dançar com vários homens sem camisa…” é algo forte pra se dizer, mas parem, escutem e pensem. Tem um “que”  de verdade. o Vídeo não tem nada haver, só coloquei ele porque foi o único modo que consegui para mostrar a música.

Antony veio ao Brasil ano passado para o Tim Festival e fez um show…deprimente. É tanta tristeza, que só deve funcionar em um funeral. Mas quem sabe ele não vira de vez um cantor Disco? e seja a Aretha Franklin do século XXI.

Soul

Bons tempos

Lei Rouanet na Berlinda

Capa do caderno Eu& do jornal Valor

Capa do caderno Eu& do jornal Valor

Abaixo, reportagem de Cadão Volpato e João Bernardo Caldeira, publicada no jornal Valor do dia 14 de novembro:

A gente não quer só comida

Governo defende maior participação do Estado na cultura e elabora proposta de reforma na lei de incentivo

A Lei Rouanet na berlinda

Se um artista do calibre de Cildo Meireles, consagrado como um dos
grandes nomes da arte contemporânea mundial, batesse à porta do
departamento de marketing de uma empresa em busca de patrocínio para
uma obra de arte que usa picolés de água como elementos catalisadores,
qual seria a resposta do interlocutor? Provavelmente, seria uma bela
negativa. Cildo, que está com uma elogiada retrospectiva em cartaz na
Tate Modern de Londres, não teve de passar por isso. Convidado pelo
Itaú Cultural para a mostra “Futuro Presente”, inaugurada no ano
passado, ele apresentou essa idéia – que, entre outros possíveis
significados, comenta a escassez de água no mundo nas próximas duas
décadas – e recebeu R$ 300 mil para executá-la.

Para o superintendente de atividades culturais do Itaú Cultural,
Eduardo Saron, a obra de Cildo teve a virtude de produzir uma reflexão
sobre o tema (o futuro) e agregar valor à marca do banco e do
instituto. “A pessoa pedia um sorvete no carrinho [eram dez espalhados
pela cidade] e o sorveteiro explicava: ‘Isto é uma obra de arte, os
desdobramentos dela estão no instituto.’ Muita gente que nunca havia
entrado no prédio da avenida Paulista, onde fica o Itaú Cultural,
apareceu”, afirma.

Essa compreensão do alcance da arte contemporânea não é a mais comum
entre os patrocinadores de cultura no Brasil. Na maioria das vezes, os
departamentos de marketing e de comunicação decidem pelo mais óbvio e o
mais fácil, isto é, a obra de arte que não oferece muitos riscos quando
agregada ao nome da empresa. “Agregar valor à marca” é apenas uma das
vantagens que os mecenas empresariais têm hoje no Brasil. Lançando mão
das leis de incentivo, as companhias conquistam prestígio entre o
público, em grande parte das vezes, usando recursos do Estado obtidos
via renúncia fiscal. Hoje, esse mecanismo representa 80% do montante
investido pelo Ministério da Cultura (MinC).

Mas a Lei Rouanet, principal fonte de recursos para a cultura do
país, está na berlinda. E com discussões alimentadas pelo próprio MinC.
O ministro Juca Ferreira tem realizado encontros em diversas capitais
para debater alterações na legislação e em seu principal mecanismo de
incentivo, criado pelo governo Fernando Collor em 1991. O objetivo é
delinear uma proposta de projeto de lei a ser enviada ao Congresso no
início do ano parlamentar, em fevereiro. A proposta do Executivo
envolve ainda as pastas da Fazenda, do Planejamento e a Casa Civil.

De acordo com a avaliação do ministério, a Lei Rouanet fracassou no
objetivo de trazer a almejada auto-sustentabilidade para o setor, que
se tornou dependente da renúncia fiscal como se fosse o único
instrumento capaz de viabilizar as atividades culturais. Os produtores
teriam se acomodado com o patrocínio e deixado de buscar retorno
financeiro. Os empresários teriam se habituado com a idéia de que
investir em cultura pressupõe apenas o uso de recursos públicos, sem
precisar investir do próprio bolso.

Ferreira, que discutiu o tema em São Paulo na quarta-feira, diz que
a Lei Rouanet é uma importante fonte de recursos para a cultura, mas
ele ressalta sua insuficiência para configurar uma política pública e
para os desafios da diversidade e da riqueza cultural do país. “Só no
Brasil o mecenato é pegar dinheiro do Estado para fazer filantropia
cultural”, afirmou num encontro em Salvador. Documentos do Minc indicam
que 3% dos proponentes de projetos culturais beneficiados pela Lei
Rouanet captam cerca de 50% dos recursos.

Para Yacoff Sarkovas, especialista em atitudes de marca e presidente
da Significa e da Articultura, a dedução fiscal é, de fato, um meio
“irracional, perdulário e ineficiente de investimento público, pois
transfere recursos do Estado para a área cultural sem nenhuma
estratégia de política pública”.

No ano passado, as leis de incentivo canalizaram R$ 1 bilhão para
atividades culturais. A previsão para este ano é chegar a R$ 1,4
bilhão. Segundo Roberto Nascimento, secretário de Incentivo e Fomento à
Cultura do MinC, a proporção de investimentos culturais feitos por meio
de renúncia fiscal é demasiada e inadequada. Isso porque, do seu ponto
de vista, esse peso implica um direcionamento financeiro feito pelos
patrocinadores, “o que obviamente não atende plenamente às necessidades
da sociedade”, diz Nascimento.

Nascimento considera que o ideal seria que o MinC tivesse mecanismos
mais equilibrados. “Queremos aperfeiçoar os mecanismos atuais,
incorporar novos instrumentos e fortalecer o próprio orçamento do
MinC”, afirma. Neste ano, a pasta recebeu 0,61% do orçamento federal,
um número que deve chegar a 0,7% em 2009, se não houver um
comprometimento maior por causa da crise financeira. A meta é ampliar
para 1%, conforme recomendação da Unesco.

Caso a nova proposta seja aprovada, atividades pouco atraentes para
o empresariado terão oportunidades com a estruturação dos fundos
setoriais (instrumentos de financiamento de projetos usados em outras
áreas como saúde e educação), que corrigiriam disparidades. O Fundo
Nacional de Cultura deve ser o principal mecanismo de financiamento da
política pública.

Que a lei de incentivo fiscal não funciona plenamente não resta
nenhuma dúvida. Do MinC aos artistas, passando por alguns produtores
culturais e pelos patrocinadores, todo mundo enxerga maiores ou menores
defeitos nela. O que alguns deles admitem é que, sem ela, não daria
para ficar.

Detalhe da capa do caderno Eu& do jornal Valor de 14 de novembro

“A lei precisa passar por um aperfeiçoamento. Não acho que esteja
errada”, diz Saron, do Itaú Cultural. “Ela precisa amadurecer, se
recontextualizar num Brasil que pouco tem a ver com o que era 17 anos
atrás.” Na opinião do executivo, a lei tem aspectos positivos. “O
principal deles é que ajudou a profissionalizar o sistema cultural do
país. Assim que surgiu a Lei Rouanet, as pessoas tiveram de aprender a
apresentar seus projetos, a fazer seus planejamentos, a desenvolver uma
forma de executar e prestar contas.”

O escritor gaúcho Paulo Scott, que suspendeu temporariamente uma
sólida carreira no direito para dedicar-se de corpo e alma à
literatura, também acredita que, na essência, a lei não é ruim. “O
problema é que o artista às vezes vira refém da figura do produtor
cultural, que existe para o bem e para o mal. As empresas ganham
promoção das suas marcas à custa dos contribuintes e, por uma questão
de mercado, querem seus nomes vinculados ao trabalho de quem já é muito
conhecido”, aponta.

Justiça seja feita à Petrobras, a empresa que mais investe em
cultura no país – somente no ano passado foram mais de R$ 170 milhões.
Segundo a gerente de patrocínios, Eliane Costa, a estatal “busca
agregar valor à reputação de sua marca com o patrocínio a projetos que
valorizam e incentivam a cultura brasileira não só no segmento da
produção, como também na difusão e fruição dos bens culturais”. Quem vê
o Grupo Corpo, de dança, em ação, reconhece facilmente a marca
Petrobras, que é uma das mais valiosas do país e da América Latina,
segundo os rankings de “branding”.

A dança, segundo o artigo 18 da Lei Rouanet, permite 100% de
abatimento fiscal. Outro artigo, o 26, permite apenas 30%. Do R$ 1
bilhão captado no ano passado, apenas R$ 100 milhões foram obtidos por
meio do artigo 26. A meta do MinC é ampliar a atuação do setor privado
vislumbrando um horizonte em que essa participação seja igualitária.
“Teríamos então R$ 900 milhões advindos da renúncia fiscal e outros R$
900 milhões provenientes da iniciativa privada”, diz Nascimento. “Por
que não criar um logotipo adequado para quem usa os 100% de abatimento
fiscal?”, sugere Eduardo Saron. A colocação dos logos das empresas é
regulamentada pela lei.

Outra proposta do MinC é criar um selo para empresas com
responsabilidade cultural. “Não vejo nenhum problema em haver projetos
com 100% de renúncia fiscal, desde que sejam importantes para a cultura
brasileira”, diz ele. Como parece evidente no caso do Grupo Corpo.

O Itaú Cultural escolheu os 30% do artigo 26 desde a fundação do
instituto, há mais de duas décadas. Significa que a empresa oferece uma
contrapartida. Ou seja, usa 70% de dinheiro do próprio bolso no
mecenato.

“No Brasil, o sistema de financiamento público às artes baseado em
dedução fiscal embaralhou as três fontes originais de financiamento: o
Estado, o investimento social privado e o patrocínio empresarial. E
muitos artistas e produtores ajudam a propagar o câncer do incentivo
fiscal”, diz Yacoff Sarkovas, um dos mais antigos e renitentes críticos
das leis de incentivo.

Num país como o Brasil, atrasado no quesito educação e incrivelmente
bem colocado no aspecto criativo, arte e cultura têm sido
insistentemente relegadas ao segundo plano. A autocrítica do MinC é que
o Estado tem pouco peso para cuidar dessa situação. Quando ele aparece,
transfere para as empresas a decisão sobre o que patrocinar.

“O Estado leva muito tempo, em todos os seus níveis federativos,
para reparar e aperfeiçoar o que não está bem, o que não é justo e
eficiente”, observa o escritor Paulo Scott. “O dirigismo hoje está nas
mãos das empresas”, diz o secretário Nascimento.

Produtores e consultores que defendem o modelo atual, no entanto,
argumentam que os projetos patrocinados são todos aprovados pelo MinC e
as empresas estatais federais e estaduais são responsáveis pela decisão
de 40% dos investimentos feitos por meio das leis de incentivo. Por
esse motivo, o dirigismo apontado pelo ministério seria frágil, pois o
Estado estaria bastante envolvido no que a Lei Rouanet viabiliza.

O tema provoca um acalorado debate ideológico. Enquanto a
responsabilidade social entrava na moda, o que de certa forma empurrou
as empresas para a discussão da cultura no país, o Estado andava meio
por baixo. “Há três ou quatro meses, ele estava absolutamente fora de
moda”, comenta Eduardo Saron. “E as empresas continuando a ocupar seu
papel de provedor de políticas culturais”, continua. “Mas aí o mundo
entra em crise, quebrando, e o Estado tem de intervir fortemente para
sustentar a economia. Acredito que, aos poucos, ele vai se fortalecer
cada vez mais como regulador, quando se tratar de cultura.”

O produtor Rodrigo Teixeira tenta ver mais longe: “O papel do Estado
é discutir com as empresas formatos de investimento para a criação de
uma indústria cultural.” Ele trabalha com direitos autorais e esteve
envolvido na produção de pelo menos um sucesso surpreendente, o filme
“O Cheiro do Ralo”, de Heitor Dhalia. “Sou um péssimo captador de
incentivos fiscais”, admite, porém. “‘O Cheiro’ foi finalizado por meio
de editais. Mas só em outras três ocasiões fui atrás de incentivos”,
afirma. “Tomei um ano de nãos por conta do filme.” Os departamentos de
marketing de diversas empresas se recusaram a apostar numa obra com
esse título. “O Cheiro do Ralo” foi realizado graças ao investimento
particular de algumas pessoas.

Teixeira encarou outro problema no projeto literário Amores
Expressos, que enviou escritores para uma temporada de um mês em
diversas cidades do mundo, com a missão de escrever um romance em
seguida. A idéia recebeu um bombardeio pesado vindo de todas as
direções. O centro da questão era que Teixeira levantava a
possibilidade de recorrer à Lei Rouanet. Escritores chegaram a reclamar
dos critérios de escolha do time de colegas que estava de malas prontas
para as viagens. Muitos outros criticaram as viagens em si e o luxo que
certamente estaria embutido nelas. No meio do tiroteio, Teixeira apenas
sacou o projeto do MinC, no qual ele ainda nem sequer havia sido
aprovado.

“Fui atrás de investidores que acreditam nesse modelo de negócio e
se interessaram em pagar a conta.” O resultado já começa a ser visto
nos livros que vão sendo editados pela Companhia das Letras, uma das
parceiras do projeto. E os desdobramentos podem vir na forma de filmes
e vídeos, como já constava na idéia original. Teixeira está aprendendo
a andar no terreno pantanoso em que se transformou a produção de arte e
cultura no país. “Sinto falta de gente jovem discutindo as políticas
culturais. A gente só vê a velha geração se pronunciando.”

O caso do Amores Expressos exemplifica bem o estado de ânimo geral
quando o assunto é lei de incentivo. E o próprio ministro Juca Ferreira
é dos mais críticos nos encontros que tem realizado com produtores
culturais. As sugestões para a reforma que pretende fazer na lei vão
surgindo de todos os lados, o que é bastante saudável. Sarkovas, por
exemplo, é favorável a uma redução da carga tributária. “Isso
beneficiaria a sociedade civil e ajudaria a construir um Estado mais
eficaz, que formule e implemente políticas públicas, financiando
diretamente as ações”, diz. “A dedução fiscal gera produção cultural da
mesma forma que dar dinheiro grátis para granjeiros gera produção de
galinhas. Além do mais, ela distorce o investimento privado real via
patrocínio de verdade, feito com dinheiro das empresas.”

O produtor Rodrigo Teixeira acredita em linha de crédito para
produtores culturais. “O governo deveria incentivar os bancos
governamentais a arrumar linhas de crédito, a juros baixos, para ajudar
a cultura, seja no teatro, no cinema, na produção independente de TV ou
na literatura.”

“Sinto falta de uma presença mais ampla de outras grandes empresas
entre as grandes incentivadoras de cultura. Afinal, o governo federal,
só em 2007, destinou cerca de R$ 1 bilhão à renúncia fiscal para a
cultura”, diz Eliane Costa, da Petrobras. É o que ela mudaria no atual
panorama do mecenato brasileiro.

Já Paulo Scott – cujos projetos recebem apoio de pequenos
empresários (”livrarias, editoras, cafés e gráficas”, ele explica) –
tornaria as ferramentas de acesso mais simples, menos burocratizadas e
menos dependentes da figura do intermediário. “Boas idéias nem sempre
dependem de produtores conhecidos e estabelecidos”, diz. “Também
priorizaria as obras de experimentação, as obras de resgate cultural e
histórico, de promoção da igualdade – é patético esse nosso hábito de
dar atenção só ao que já é superbadalado”, completa o escritor.

“Eu disse isso ao próprio ministro Juca”, afirma Eduardo Saron, do
Itaú. “Não adianta só mexer na Lei Rouanet. Se você mexer apenas nela e
não no orçamento do ministério e no Fundo Nacional de Cultura,
continuaremos tendo um sistema descompensado. Com orçamento tão baixo,
você sempre vai querer se valer da lei para fazer as políticas do
ministério.”

Seria uma discussão quase sem fim, não fosse o fato de o governo ter
anunciado a disposição de apresentar o resultado da conversa com a
sociedade para o próprio Congresso, no começo do ano que vem.

Mas também não significa que acabou. A famigerada Lei do
Audiovisual, uma ampliação da Lei Rouanet criada por Itamar Franco em
1993, ainda está em pé – e qualquer tentativa de discuti-la parece
bater num muro intransponível. Há muito que se fazer num país tão jovem
como o Brasil, e tão carente de cultura. Um país onde, segundo a
pesquisa do MinC, apenas 13% dos brasileiros freqüentam cinema alguma
vez por ano, 92% dos brasileiros nunca freqüentaram museus, 93,4% dos
brasileiros jamais freqüentaram alguma exposição de arte, 78% dos
brasileiros nunca assistiram a um espetáculo de dança, embora 28,8%
deles saiam para dançar.

Roubado do Blog da Reforma da Lei Rouanet.

Deus abençõe os fundos de investimentos na cultura…

Para Ouvir: Cat Power

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Nada melhor do que numa noite chuvosa ouvir Cat Power. Cantora de Atlanta EUA, Chan Marshall tem já vários cds lançados, a maioria a venda pela Trama no Brasil. Mas foi no seu últmo CD The Greatest que se consagrou como uma das novas divas. Com um passado de convivência com alcoolismo, Cat Power sempre teve uma vida artistica complicada. Mas agora se tratou e sua voz soa mais bonita e limpa , e ela tambem esta mais linda como nunca.

Curta

Dirigido por Eric Lener, com a trilha sonora do Sigur Rós, esse curta conta a história de um cara que expressa seus sentimentos através de um painel de LED colorido. A musíca que toca é “Gong”.

Vi no Caligraffti

Blogs

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Com a declaração da revista Wired sobre o Fim dos Blogs, o governo brasileiro se tocou e começou a criar alguns.

Acompanhe o blog da reforma de Lei rouanet

Orgão Pop

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Cameron Carpenter (n. 1981), estudou na Julliard School e hoje é o organista residente da Middle Collegiate Church, no East Village, em Nova Iorque. Com 2 cds lançados, Cameron tenta renovar a alma da musíca classica. Ao ver o vídeo percebera que seu modo de tocar nescessita de um porte atlético forte, ou seja quando, não esta tocando Cameron esta na academia. No vídeo, ele interpreta Étude Op. 10 Nº 12, de Chopin (também conhecido como Revolutionary) em um orgão antigo mais totalmente restaurado por Cameron para se tornar um orgao virtual.

Quem sabe não aparecem mais novos ares a tão arcaica música classica. Aqui no brasil ja temos um precurssor tambem, Victor Araujo, um pianista pernanbucano de 19 anos, que gosta de radiohead e vila lobos. E foi muito críticado por críticos em sua infancia por ofender a música classica com suas improvisações fora do padão.

Esses 2 artistas, nos leva a pensar, que se tivesem surgindo a 15, 20 anos atrás, os espectadores os classificariam como “hereges”, por causa de suas performances.

Séries de TV

http://quetal.files.wordpress.com/2008/04/pushing-daisies.jpg

O canal de TV americano, acaba de anunciar, que ira cancelar as séries, Dirty Sexy Money (empreitada de Peter Krause, depois do sucesso A sete palmos), Eli Stone ( não assisto), e Pushing Daisies.A terceira foi aqui mais me deixou triste.

Série lançada ano passado, Pushing Daises, não é um série comum como as outras. Criada por Brian Fuller, fala sobre a história de um fazedor de tortas que tem o poder de ressusitar as pessoas por 1 minuto. E a estética de filmes como, A fantástica fábrica de Chocolates e Desventuras em Série.

Pushing daises, foi umas das únicas séries novas, que fizeram a minha cabeça. Por sua simplicidade e caridade. É uma série única em um mundo de porcarias (CSI: Miami). Por seus contos/histórias a desvendar a cada episódio. Suas ótimas atuações que geraram muitos elogios dos críticos e indicações ao Emmy. Só faltou algo, um público. Talvez esse seja o maior motivo de seu cancelamento. Apesar de que na internet faz um maior sucesso. Mas sua audiência é baixa na TV.

Fato é, que a TV em 2009 esta um lixo. Só estreou porcaria no segundo semestre desse ano. Nada que preste, The Fringe até se salva, mas o resto é tudo lixo. Esse talvez seja minha maior frustração ao saber do cancelamento de Pushing Daisies. Mas é a TV ao invés de deixar as séries boas, e cancelar as ruins, fazem o contrario. Veja Arrested development. Cancelada em sua 2 temporada, essa genial série de comédia (se não viu veja) , gerou um apocalipse na internet na época. Até hoje há movimentos nessa para trazer a série de volta, se fala de um filme, mas que sabe? Tomara…

Em homenagem, a Pushing daisies, repito, veja essa série, farei um Top 5 série favoritas:

1) The shield:

https://i1.wp.com/www.stallonezone.com/z010805shield.jpg

Como dizem no TRS, “The Best Show Ever”, isso é The shield, o melhor show dá história. 7 temporadas de pura emoção e realidade, só falta um episódio para seu fim. Se você curte séries policias, drama, ótimas atuações, embates psicológicos e agústia, The shield é para você.

2) Arrested Development:

http://supernatural66.files.wordpress.com/2008/03/key_art_arrested_development.jpg

Sem palavras, assista. Eu garanto, você vai rir. Á série de comédia mais genial ja criada. Incluindo seus bizzaros personagens.

3)Pushing Daisies

https://i2.wp.com/editorial.sidereel.com/Images/Posts/pushing_daisies.jpg

Acho que o cancelamento dela, me fez realizar o quanto essa série é boa. Ficara para sempre marcada por sua doçura

4)House:

https://i2.wp.com/www.fox.com/house/features/wallpapers/800x600_house_wallpaper01.jpg

Ironia, Ironia e Ironia

5) The Office US e UK /30 rock/ It’s always sunny in philadelphia/ Extras

https://i0.wp.com/www.givememyremote.com/remote/wp-content/uploads/2007/01/Extras_MainGraphic.jpghttps://i2.wp.com/www.entertainmentwallpaper.com/images/desktops/movie/tv_it_s_always_sunny_in_philadelphia01.jpg

Não podia ser só uma, estão todas no mesmo patamar. The office e 30 rock são bem conhecidas. Extras pra quem não sabe, é a série criada por Rick Gervais depois de The Office UK. E It’s always sunny, é basicamente um Live Action de South park com danny deVito.

———————–

Adeus…

PS: Veja o resumo da série ou o 1 episisódio, que entendera essa cena.

Os 100 melhores Filmes Segundo a revista Les Cahiers du Cinema

https://i0.wp.com/www.geocities.com/Hollywood/Park/1568/CitizenKaneStairs.jpg

A famosa de revista francesa sobre cinema,Les Cahiers du Cinema , fez agora a sua lista dos 100 melhores filmes de todos os tempos. Há filmes alemãs, russos, espanhóis, franceses, americanos… mas não ha ingleses… estranho…

Citizen Kane – Orson Welles

The Night of the Hunter – Charles Laughton

The Rules of the Game (La Règle du jeu) – Jean Renoir

Sunrise: A Song of Two Humans (L’Aurore) – Friedrich Wilhelm Murnau

L’Atalante – Jean Vigo

M – Fritz Lang

Singin’ in the Rain – Stanley Donen & Gene Kelly

Vertigo – Alfred Hitchcock

Children of Paradise (Les Enfants du Paradis) – Marcel Carné

The Searchers – John Ford

Greed – Erich von Stroheim

Rio Bravo – Howard Hawkes

To Be or Not to Be – Ernst Lubitsch

Tokyo Story – Yasujiro Ozu

Contempt (Le Mépris) – Jean-Luc Godard

Tales of Ugetsu (Ugetsu monogatari) – Kenji Mizoguchi

City Lights – Charlie Chaplin

The General – Buster Keaton

Nosferatu the Vampire – Friedrich Wilhelm Murnau

The Music Room – Satyajit Ray

Freaks – Tod Browning

Johnny Guitar – Nicholas Ray

The Mother and the Whore (La Maman et la Putain) – Jean Eustache

The Great Dictator – Charlie Chaplin

The Leopard (Le Guépard) – Luchino Visconti

Hiroshima, My Love – Alain Resnais

The Box of Pandora (Loulou) – Georg Wilhelm Pabst

North by Northwest – Alfred Hitchcock

Pickpocket – Robert Bresson

Golden Helmet (Casque d’or) – Jacques Becker

The Barefoot Contessa – Joseph Mankiewitz

Moonfleet – Fritz Lang

Diamond Earrings (Madame de…) – Max Ophüls

Pleasure – Max Ophüls

The Deer Hunter – Michael Cimino

The Adventure – Michelangelo Antonioni

Battleship Potemkin – Sergei M. Eisenstein

Notorious – Alfred Hitchcock

Ivan the Terrible – Sergei M. Eisenstein

The Godfather – Francis Ford Coppola

Touch of Evil – Orson Welles

The Wind – Victor Sjöström

2001: A Space Odyssey – Stanley Kubrick

Fanny and Alexander – Ingmar Bergman

The Crowd – King Vidor

8 1/2 – Federico Fellini

La Jetée – Chris Marker

Pierrot le Fou – Jean-Luc Godard

Confessions of a Cheat (Le Roman d’un tricheur) – Sacha Guitry

Amarcord – Federico Fellini

Beauty and the Beast (La Belle et la Bête) – Jean Cocteau

Some Like It Hot – Billy Wilder

Some Came Running – Vincente Minnelli

Gertrud – Carl Theodor Dreyer

King Kong – Ernst Shoedsack & Merian J. Cooper

Laura – Otto Preminger

The Seven Samurai – Akira Kurosawa

The 400 Blows – François Truffaut

La Dolce Vita – Federico Fellini

The Dead – John Huston

Trouble in Paradise – Ernst Lubitsch

It’s a Wonderful Life – Frank Capra

Monsieur Verdoux – Charlie Chaplin

The Passion of Joan of Arc – Carl Theodor Dreyer

À bout de souffle – Jean-Luc Godard

Apocalypse Now – Francis Ford Coppola

Barry Lyndon – Stanley Kubrick

La Grande Illusion – Jean Renoir

Intolerance – David Wark Griffith

A Day in the Country (Partie de campagne) – Jean Renoir

Playtime – Jacques Tati

Rome, Open City – Roberto Rossellini

Livia (Senso) – Luchino Visconti

Modern Times – Charlie Chaplin

Van Gogh – Maurice Pialat

An Affair to Remember – Leo McCarey

Andrei Rublev – Andrei Tarkovsky

The Scarlet Empress – Joseph von Sternberg

Sansho the Bailiff – Kenji Mizoguchi

Talk to Her – Pedro Almodóvar

The Party – Blake Edwards

Tabu – Friedrich Wilhelm Murnau

The Bandwagon – Vincente Minnelli

A Star Is Born – George Cukor

Mr. Hulot’s Holiday – Jacques Tati

America, America – Elia Kazan

El – Luis Buñuel

Kiss Me Deadly – Robert Aldrich

Once Upon a Time in America – Sergio Leone

Daybreak (Le Jour se lève) – Marcel Carné

Letter from an Unknown Woman – Max Ophüls

Lola – Jacques Demy

Manhattan – Woody Allen

Mulholland Dr. – David Lynch

My Night at Maud’s (Ma nuit chez Maud) – Eric Rohmer

Night and Fog (Nuit et Brouillard) – Alain Resnais

The Gold Rush – Charlie Chaplin

Scarface – Howard Hawks

Bicycle Thieves – Vittorio de Sica

Napoléon – Abel Gance

Polícia

Melhor do que a que temos aqui no Rio

Monty

Os verdadeiros comediantes

70.200 mil samples em 33 segundos

KREIDLER

Essa é a proposta de Johannes Kreidler’s que busca com essa musica, mostrar, o quanto atinquado é o medelo natural da industrial musical. O fato é que as ridiculas leis de direitos autorais da alemanha, obrigam que todos, os 70,200 mil samples usados na música, não importando quanto pequeno , sejam, cada um declarado em formulários de papel separados e registrados na GEMA, o equivalente da RIAA americana. Então um dia Kriedler simplesmente surgiu na porta dessa associação com uma van cheia de formulários, 70.200 mil para ser exato, para a GEMA resgistrar e 33 segundos de música. Acompanhe a música produzida:

Nada como uma idéia criativa para prostestar contra algo tão ultrapassado.

Tem que se amar o mundo das artes!

Uma “artista” Wojiech Kosma, que é conhecida por criar Intervençoes especulativas astéticas em público e galerias de arte. Ou seja, qualquer merda. Sua última intervenção foi a “blow Job”, onde ela literalmente pagava um “boquete” , “chupeta” , “broche”, “mamada”, “bóbó” (Portugal) ou o termo técnico, felação a um microfone, que então, emite ruídos. Eu ainda perco meu tempo postando isso aqui… Viva Picasso!

Reparem, a platéia esta sempre cheia e interessada nisso. Não fui só eu que perdi meu tempo.

Francisco Ferdinando

http://imafraiddave.files.wordpress.com/2008/04/franzferdinand.jpg

Semana passado, por motivo nenhum, ouvie em meu Ipod, o segundo cd do Franz Ferdinand. Como foi um CD bom, parece tanto tempo… Entretando, saiu uma música do CD novo. Com o nome de Ulysses e um piano/sintetizador/orgão bem aparente, o Franz Ferdinand explora, acredito, um lado mais dançante mais mantendo sua faceta divertida. Com isso o Franz mostra para certa bandas (The killers) como realmente se faz.

Franz Ferdinand – “Ulysses

Ps – Robei o link la do Trabalho Sujo.

Ps 2 – Ouvindo neste momento o novo disco do lendário Brian Wilson. Fantástico.

100 Spoilers de filmes em 5 minutos

Cuidado com os Spoilers…

Cachorros e Gatos

https://i2.wp.com/i33.tinypic.com/aww3ye.jpg

Só na boa

https://i2.wp.com/i37.tinypic.com/1z48ppk.jpg

60+ Lindos Videoclips

Abaixo, 60+ videoclips originais para você se inspirar. Alguns novos , alguns antigos, mais garanto que você nunca viu todos.

1: TISM: Everyone Else Has Had More Sex Than Me


2: Mansun: Taxloss

3: Queens of the Stone Age: Go With the Flow

4: Aphex Twin: Windowlicker (NSFW)

5: Aphex Twin: Come to Daddy

6: Lenny Kravitz: Are You Gonna Go My Way

7: Prodigy: Smack My Bitch Up (NSFW)

8: A-ha: Take On Me

9: Beck: Girl

10: Pharcycle: Drop

11: Blur: Coffee & TV

12: Junior Senior: Move Your Feet.

13: Royksopp: Remind Me

14: Peter Gabriel: Sledgehammer

15: White Strips: Fell In Love With a Girl

16: Daft Punk: Harder, Better, Faster, Stronger (Feito por fã)

17: Daft Punk: Around the World

18: Daft Punk: Interstellar 555 Clips

19: Tenacious D: Fuck Her Gently (NSFW)

20: Michael Jackson: Thriller

21: Lemon Jelly: The Shouty Track

22: Justice: D.A.N.C.E.

23: Justice: Stress

24: Justice vs. Simian: We Are Your Friends

25: Justice: DVNO

26: Beastie Boys: Sabotage

27: Radiohead: House of Cards

28: Coldcut: Timber

29: Eels: Novocain for the Soul

30: Gorillaz: Clint Eastwood, and Dirty Harry


31: Chemical Brothers: Star Guitar

32: Chemical Brothers, featuring K-OS: Get Yourself High

33: Weezer: Buddy Holly

34: Weezer: Pork and Beans
Pork and Beans – Weezer

35: Coldplay: The Hardest Part

36: Bjork: Wanderlust

37: Gotye: Hearts a Mess

38: Funstorung: Sleeping Beauty

39: OK Go: Here It Goes Again

40: Metallica: One

41: Verve: Bittersweet Symphony

42: Supergrass: Pumping on Your Stereo

43: Santogold, Julian Casablancas, N.E.R.D: My Drive Thru for Converse

44: Bjork: All is Full of Love

45: Alex Gopher: The Child

46: Paula Abdul: Opposites Attract

47: Unkle: Rabbit in your Headlights

48: DJ Format: We Know Something You Don’t Know

49: Telemetry Orchestra: Suburban Harmony

50: The Bumblebeez: Dr. Love

Dirigido por, Tom Kuntz. Um verdadeiro gênio.

51: Jamiroquai: Virtual Insanity

52: Tool: Stinkfist

53: Red Hot Chili Peppers: Give It Away

54: Weird Al Yankovic: Bedrock Anthem

55: The Avalanches: Frontier Psychiatrist

Tambêm by Tom Kuntz

56: Basement Jaxx: Where’s Your Head At

57: Wu-Tang Clan: Triumph

Dirigido por Brett Ratner!

58: Battles: Tonto

59: Sia: Buttons

60: Fatboy Slim: Praise You, and Weapon of Choice


61: Architecture in Helsinki: Do the Whirlwind

62: Softlightes: Heart Made Of Sound

63: Fujiya & Miyagi: Ankle Injuries

64: Yuki: Sentimental Journey

Ultimos Clicks

Aqui estão 3 vídeos que ficaram na sua cabeça.

Olha a jogada de perninha no minuto 4:20.

Jornalismo Boçal 3

Tenho que parar de postar os textos dele aqui… isso não é certo. Mas ta ai Walter Carrilho mais uma vez… falando o que todos tem medo de falar:

Cada vez mais eu tenho a impressão de que os produtores culturais têm um lado meio sádico. Seus métodos de tortura são criativos, envolvem até documentários. Em São Paulo está estreando o filme “Pan-Cinema Permanente” (candidato sério ao prêmio de “Título metido a besta do ano”). É um documentário sobre o poeta Wally Salomão. A resenha do jornal fala em “uma reflexão sobre a impossibilidade de a arte imprimir uma verdade sobre o homem”. Taí, maneiro… Wally Salomão era um poeta. Um poeta chato, o que é quase um pleonasmo. Um documentário sobre ele deve ser tão bacana quanto uma endoscopia. Não sei, mas aposto que metade da platéia do cinema vai ser composta por fãs de Arnaldo Antunes. Medo.

Mais adiante eu descubro que Paulo Henrique Amorin é o convidado deste sábado de um projeto de humor apresentado semanalmente em um famoso teatro da cidade. Você leu direito: “Paulo Henrique Amorim” e “humor”. Qual vai ser o tema de suas piadas? Crise econômica? Ou o equilíbrio de poder nas negociações multilaterais do Oriente Médio? E aí eu vejo que tem um curioso espetáculo teatral em outro palco famoso da cidade. O tema? TOC- Transtorno Obsessivo Compulsivo. E é uma comédia. Mal posso esperar pelo musical sobre leucemia…

Espectadora se diverte às pampas durante exibição de documentário. “Uau, que pândega! Amanhã espero ser chicoteada!”
A Adriana Calcanhoto também entrou na onda. Vai lançar um livro sobre um surto psicótico sofrido durante uma turnê em Portugal. Estou pensando em lançar um livro sobre desarranjo intestinal. Aposto como escrevo melhor do que ela. Pelo menos não apelo para versos cretinos como “Cores de Almodóvar/ Cores de Frida Kahlo”. Eu sei o limite do pedantismo.

Enfim, acho que para me divertir vou ter que marcar uma consulta no dentista. Arrancar um molar? Di-lí-cia!

Ps: “Um poeta chato, o que é quase um pleonasmo.” … genial.

Campanha

Com anúncio de que a Planmusic será a produtora responsável pela vinda do Radiohead ao Brasil, começo aqui por via deste blog uma campanha: Diga não a pista VIP no show do Radiohead.

Esta produtora tem a reputação de colocar em frente ao palco, as tão concorridas pistas vips, que alem de custarem muito caro e a maioria serem famosos que entram de graça, ela impede que os fãs de verdade assitam o show ali da grade sentido o suor da banda ao vivo.

Vamos começar a reclamar se não se preparem pare ingressos a 500 reais pra ver a banda de perto.

Radiohead no Brasil

Aparentemente esta confirmado. No blog Hang The Dj saiu um post sobre as especulações de local e banda de abertura:

“A produção dos shows do Radiohead no Brasil é da Planmusic, mesma empresa que trouxe os Rolling Stones pra praia de Copacabana e está trazendo o Elton John em Janeiro.

Sobre a banda de abertura, o próprio Luiz Oscar Niemeyer teria dito: nada de Sigur Rós*. As mais cotadas seriam Asian Dub Foundation e M.I.A..

Dos possíveis lugares no Rio: Maracanã é grande e caríssimo demais. Citibank Hall, Canecão e Vivo Rio seriam pequenos. Sobram Arena e Apoteose. Dados os relatos sobre o som da primeira, fico na torcida pela segunda.”

Apoteose pro radiohead será? odeio esse lugar… Eu como um cara sonhador, gostaria de ver o Radiohead quebrando tudo para 5,000 pessoas no Circo Voador… mais as chances disso acontecer são remotas. Por isso criei um pesquisa de onde deve ser o Radiohead no Rio?

E a banda de Abertura, jura que se especula M.I.A e Asian Dub Foundation??? ja tava dando pulos de alegrias que a banda quase certa era o Sigur Rós. Nada Contra essas bandas é que não tem nada a haver com o Radiohead. Mais uma daquelas curadorias espetáculares que acontecem no Brasil…

Para não ficar só na reclamação vou sugerir aqui para os produtores da PlanMusic o série de bandas que acredito que os fãs de Radiohead gostariam de ver:

Broken Social Scene, Vampire Weekend, Of Montreal, TV on the Radio, Beck, Yo La Tengo, Destroyer, Yeasayer, Wolf Parade… e se alguém tiver mais algumas por favor sugira nos comentários que adicionarei com prazer à lista

Os 5 mais Hilários e Obscuros Estilos Musicais

5. Spacesynth

O que é?

Se você já esta familiarizado com Spacesynth, então não precisa que eu conte que foi originado em meados de 1980. Se você nunca ouviu Spacesynth antes, imagine pegar os elementos mais nerd e toscos da musica synth dos anos 80 e ouvi-los todos de uma vez… No espaço a fora.

Para colocar mais exatamente, de acordo com os caras do spacesynth.net, “Spacesynth… é uma música upbeat synth instrumental que foca nas melodias ao invés do ritmo. Linhas de baixo, pegajosos riffs synth, influencias sci-fi e nomes de faixas futurísticas e capas de álbum sempre tiveram um papel importante no spacesynth.”

Apesar de não ser listado, morar na casa de sua mãe e uma vida sendo ignorado por mulheres também são elementos dominantes no Spacesynth. Provavelmente.

As Pessoas Realmente ouvem isso?

Spacesynth certamente perdeu uma grande parte de sua base de fãs dos anos 80. Não está claro se é por causa da qualidade da musica ou somente algo que estava marcado para acontecer uma vez que as pessoas pararam de usar ternos cores pastel e cheirar linhas de coca no café da manha.

Falado isso, depois de uma longa abstinência ao longo dos anos 90, alguns pequenos selos como a Alpha Centauri voltaram a lançar novas músicas Spacesynth.

Ouça Você Mesmo:

O laserdance foi, discutivelmente, a maior banda de Spacesynth da história. O vídeo abaixo é para a música chamada “powerrun”. Isso soa algo como uma aula que você faria em alguma academia. Você sabe que música tocaria durante esta aula? Com certeza essa.

4. Epic Doom-Metal

O que é?

De acordo com os estudiosos da Wikipedia, “para o não iniciado, distinguir epic doom  do tradicional doom pode ser difícil.” Obrigado pela ajuda! Aparentemente, epic doom é somente igual ao doom, exceto que o cara canta em uma voz clara, e de ópera, indo em oposição ao parcial estilo “PQP esse cara soa como o Monstro Cookie” empregado por algumas bandas modernas de doom. Isso tudo soa um luxo só.

As Pessoas Realmente ouvem isso?

Epic doom também tem uma decente quantidade de seguidores, a maioria europeus e crianças que atiram em escolas. Algumas bandas de epic doom tiveram uma carreira bem grande, a mais notável é o Candlemass, que estão acertados para lançaram seu décimo álbum de estúdio em 2009. Mais o meu voto para a banda mais sensacional de epic doom vai para Doomsword. Olhem a lista de antigos e atuais membros do Doomsword: Deathmaster, The Forger, WrathLord, Sacred Heart, Nightcomer, The Guardian Angel, The Guardian Angel II and Dark Omen. Não me preocupo como é o som deles. Vou checar uma banda com nomes como estes todos os dias.

Ouça Você Mesmo:

Enquanto esse vídeo do Candlemass é certamente cheio de doom que um poderia descrever como épico, também choca por sua épica hilaridade. Faça um favor a você mesmo e avance o vídeo para a marca de 1:30. É quando o cantor principal sai do caixão e sua saga para derreter o coração de uma jovem solteira começa. Hilaridade e culto a Ozzy Osbourne decorrem.

3. Lowercase

O que é?

Silencio. Isto que a musica lowercase é. É silencio. Silencio ocasionalmente interrompido por curtos momentos de barulhos que quase não são escutados. É aparentemente um braço do estilo minimalista ambiente. A Música ambiente é focada mais no som do que nas notas. Basicamente, lowercase faz isso também, mais o som é focado no silencio. Som muito rock n’ roll, não?

Quanto chata é a musica lowercase? O álbum que foi o pioneiro do movimento lowercase foi Forms of Paper, gravado por um homem chamado de Steve Roden. Consiste somente de gravações de Roden manuseando diferentes formas de papel. Enquanto estava doidão em crystal meth. Desculpe a parte do crystal meth é uma mentira. Só estava tentando fazer um álbum feito de misturas de papel soar interessante.

As Pessoas Realmente ouvem isso?

Ah sim, claro que as pessoas ouvem isso. Se você quer ser uma dessas, vá para o site da raster-noton, uma gravadora que lança música lowercase. Apropriadamente, o site é com um fundo branco brilhante com pequenas fontes que quase são impossiveis de ler.

Soa como o que?

Como a trilha sonora para a viagem em ácido mais chata da história.

2. Bitpop

O que é?

Calma fãs de oasis, leiam atentamente antes de reclamarem. Esta dizendo BITpop, não tem R. Falando no fato de não ter R, não há nenhuma razão para alguma pessoa assumir abertamente que ouve bitpop. Basicamente, o bitpop pega toda a extática alegria que vem ao jogar vídeo games antigos e remove todos os aspectos de vídeo e jogar dos vídeo games.

Se isso soa um pouco nerd, é porque é muito isso. Não deixe ninguém tentar falar para você diferentemente. Colocar uma referencia bitpop em uma conversa numa festa não fará você parecer “cool” e “underground”. Fará com que você soe como alguém que a coceira por entretenimento pode ser terminada com uma música feita para se juntar a um fundo 8-bit.

As Pessoas Realmente ouvem isso?

Tem sua própria gravadora. Então alguém deve estar ouvindo. Os pioneiros do Bitpop Welle:Erdball tocaram no Arvika festival na Suécia em 2005. Os ratos de festivais que soubessem recitar os códigos da Konami nos portões do festival receberam um ingresso grátis. Ou pelo mesmo deveriam ter recebido.

Soa como o que?

Umm, como um vídeo game?

1. Nintendocore

O que é?

Devem ter pelo menos uns 50 mil diferentes e obscuros estilos que terminam com o sufixo ‘core’. Se aprofunda-se em todos os ridículos teria feito essa lista 10x mais longa. Mais depois analisar todos eles, nenhum se diferenciou como o Nintendocore.

Eu não preciso falar para você que esse é mais um outro estilo de arquivos de musica dos vídeo games. Mas ao invés de se focar exclusivamente em sons 8-bit, Nintendocore mixa os elementos de metal, black metal, death metal, hardcore, hardcore metal, metalcore e metal metal.

As Pessoas Realmente ouvem isso?

De acordo com sua página na Wikipédia, o Nintendocore esta quase na categoria “mainstream”. Isso soa um pouco forçado, ao menos que haja uma categoria separada, específica mainstream em que pessoas que “rockão” ao som de vídeo games comandam a terra. Uma banda em particular, A Horse the band, tem um numero considerável de seguidores. Eles já lançaram alguns álbuns e fizeram uma turnê mundial.

Soa como o que?

Um vídeo game. Um vídeo game com muita raiva.

Sir. Ken Robinson

Escolas Matam a Criatividade? é a pergunta a ser respondida. Esta é um tipo de apresentação que pode mudar o mundo:
Parte 1

Parte 2

Sir Ken Robinson was born in Liverpool in 1950. He is an internationally recognized leader in the development of creativity, innovation and human resources. He has worked with national governments in Europe and Asia, with international agencies, Fortune 500 companies, national and state education systems, non-profit corporations and some of the world’s leading cultural organizations. They include the Royal Shakespeare Company, Sir Paul McCartney’s Liverpool Institute for Performing Arts, the Royal Ballet, the Hong Kong Academy for Performing Arts, the European Commission, UNESCO, the Council of Europe, the J Paul Getty Trust and the Education Commission of the States. From 1989 – 2001, he was Professor of Arts Education at the University of Warwick, one of the five leading research universities in the UK.

Texto retirado da Wikipedia

Só love

João Donato toca Claudinho e Bochecha…

O que é Cool?

A NME (que não é umas revistinha hoje…) fez sua lista de o que é cool no momento acompanhe:

01. Alice Glass, Crystal Castles (novo)
02. Jay-Z (voltou à lista)
03. Andrew VanWyngarden, MGMT (novo)
04. Alex Turner, Arctic Monkeys/The Last Shadow Puppets (ano passado: 6)
05. Sam Dust, Late Of The Pier (novo)
06. Ladyhawke (novo)
07. Caleb Followill, Kings Of Leon (ano passado: 21)
08. M.I.A. (ano passado: 11)
09. Liam Gallagher, Oasis (voltou à lista)
10. Caroline McKay, Glasvegas (novo)

11. Pink Eyes, Fucked Up (novo)
12. Guy Garvey, Elbow
13. Lil Wayne (novo)
14. Dave Sitek, TV On The Radio (voltou à lista)
15. Johnny Marr (novo)
16. Ezra Koenig, Vampire Weekend
17. Santogold (ano passado: 48)
18. Ed MacFarlane, Friendly Fires (novo)
19. Florence Welch, Florence & The Machine (novo)
20. Dev Hynes, Lightspeed Champion (ano passado: 45)
21. Damon Albarn (voltou à lista)
22. Jay Reatard (novo)
23. Jamie Reynolds, Klaxons (ano passado: 2)
24. Zack de la Rocha, Rage Against The Machine (novo)
25. Peter Gabriel (novo)
26. Nick McCabe, The Verve (novo)
27. Yannis Philippakis, Foals (ano passado: 45)
28. Miles Kane, The Rascals/The Last Shadow Puppets (novo)
29. Scarlett Johansson (novo)
30. Will Roan, Amazing Baby (novo)
31. Rivers Cuomo, Weezer (novo)
32. Lovefoxxx, CSS (ano passado: 3)
33. Josh Homme, Queens Of The Stone Age (ano passado: 41)
34. DJ Mujava (novo)
35. Little Boots (novo)
36. Frank Carter, Gallows (ano passado: 1)
37. Brandon Flowers, The Killers (ano passado: 44)
38. Jason Pierce, Spiritualized (novo)
39. Robbie Furze, The Big Pink (novo)
40. Robert Plant (novo)
41. Shunda K, Yo Majesty (novo)
42. Tom Vain – S.C.U.M. (novo)
43. Karen O, Yeah Yeah Yeahs (ano passado: 28)
44. Gruff Rhys, Neon Neon (novo)
45. Brian Fallon, The Gaslight Anthem (novo)
46. Matt Bellamy, Muse (ano passado: 27)
47. Eva Spence, Rolo Tomassi (novo)
48. Lethal Bizzle (ano passado: 5)
49. Carl Barat (voltou à lista)
50. Jon McClure, Reverend & The Makers (novo)

Alguns desconhecidos, algumas quedas notáveis (css) e a volta de nomes importantes como o Tv on The radio.

Latino

Porque ele é o cara…

Heartless

Kanye West Heartless [OFFICIAL]

Esse é o novo clipe do Kanye West pra sua música Heatless. O clipe faz uso do visual do filme Walking Life. Achei legal. A musica que continua muito mais ou menos.

Tom Zé

https://i0.wp.com/fernando.blogueisso.com/wp-content/uploads/2007/10/tom-ze.jpg

Tom Zé o musico mais injustiçado do Brasil. Um verdadeiro gênio. O maior músico brasileiro. Suas entrevistas para o Jô são fenomenais. Só ele consegue calar o Jô.

80’s

Que bateria estilosa..

Deus abençoe a evolução tecnologica

E se o 007 fosse brasileiro?

Ja falei dele aqui. Mas repito Walter Carrilho é um gênio.

Com a estréia do novo 007, tem crítico perdendo tempo com aquela velha papagaiada, dizendo que o filme é blockbuster e tem cenas absurdas, etc. Se fizéssemos uma votação, aposto que os Aimar Labaki da vida iriam sugerir que algum diretor brasileiro dirigisse os filmes da franquia. Só pra ter mais realismo e influências da cultura nagô.

Já posso imaginar um 007 retirante, ou um ex-sindicalista tentando acertar as contas com os traumas da ditadura. Posso ver o diretor gritando no set: “Mais pobreza, mais realismo e mais citações sobre a globalização e a falência dos sistemas capitalistas de poder!” Mas se fosse da Globo Filmes a diferença seriam as dúzias de cenas na Tijuca com a Juliana Paes de bunda de fora. O vilão provavelmente seria o José Wilker falando com a voz travadona. E, uau, teríamos Marcos Palmeira como protagonista. Ele e aquela velha imitação de malandro do sertão que pede perdão pra Padim Cícero antes de matar: “Oxe, esses agentes russos são umas peste!” Lindo. Ah, claro, em vez de vermos a clássica abertura com o cano da arma, veríamos 87 logos de estatais que bancaram o filme.

Meu nome é Fino, Josefino…

Duro mesmo seria ver 007 lidando com as organizações de segurança do Brasil. Ao invés de se reportar a pessoas identificadas por siglas (M ou Q), ele teria que falar com esses políticos de nomes esdrúxulos como Patrus Ananias. E teria que usar um corsa 96 equipado com um telejogo e rojões caramuru. O mundo já teria ido pro saco.

Será?

Que rufem os tambores…

Planeta Terra

No dia 8 do sábado aconteceu o festival mais esperado do ano o Planeta Terra. Festival de 1 ano de existência que acontece no ótimo galpões do Morumbi ( uma pena ano que vem vai virar shopping), e traz sempre atrações de peso da cena atual da música. Este ano teve atrações como Jesus And Mary Chain, Animal Colletive, Spoon, Foals, Breeders, Kaiser Chiefs, Bloc Party e o patinho ferio Offspring.

O que falar do Festival esse ano? Logo que cheguei corri direto para ver Animal Colletive, contemplando do fundo do galpão, ao longo do show fui me aproximando ja extasiado e abestado por sua apresentação ao vivo. A melhor musica foi a ultima onde trouxeram suas raízes eletrônicas, misturaram com seus ancestrais africanos e soltaram a bateria da mangueira ao mesmo tempo. E o vocalista Deakin que parecia que a qualquer momento iria soltar o batidão e começaria a cantar um Hip Hop Foi um caos sonoro, mais foi lindo e alto.

De muito novo e moderno passei para a nostalgia. Foi ver Jesus And Mary Chain, banda que não sou apaixonado mas queria ouvir os clássicos Sidwalking, Just Like Honey. Apesar do som baixo, fato que prejudicou muito as guitarras e o peso do show, o show foi emocionante. Era possível reparar nos fãs a emoção de ver a banda de suas adolescências tocando ali ao vivo. Foi um bom show, mas nada inesquecível.

Sai mais cedo do Jesus e acompanhei as ultimas do Foals. Não achava que o Foals iria fazer grandes coisas nesse festival, mais pelo visto fizeram. Sr. Lucio Ribeiro, elegeu como melhor show do Terra. E pelo o que vi no final, os caras estavam cheios de energia pulando para todos os lados gritando e levando a galera a loucura no Indie Stage. Com o fim do show me aproxime da grade do Indie Stage e deixei de lado o Offspring e fiquei a espera do Spoon.

Exatamente as 9 e 30 eles sobem no palco com seus trajes de cowboys modernos. O show foi do caralho. Britt Daniel soltou a voz e mostrou que tem tudo para ser um guitar hero. Só tocaram os sucessos, que foram cantarolados tanto pela bela voz de Britt quando pelo platéia. É difícil no Brasil ver uma banda no seu auge, normalmente elas vem ja acabadas tocar por aqui. O Spoon felizmente não é um desses casos. Eles estão nas pontas dos cascos o que torna o show muito melhor. Sem dúvidas o melhor show do festival. Foi aquele show que você sai da um abraço em um desconhecida e fala – que show – Rock and Roll na veia.

Depois da experiência quase religiosa do Spoon, fui para o Bloc Party. Esperava muito desse show. O primeiro CDs deles é muito bom, e os outros são bem ruinzinhos. Mas seus shows são sempre comentados por serem muito bons. Foi o pior show que vi esse ano. Foi muito ruim. E ainda  o som não ajudou. Kelle e seus comparsas não conseguiram animar a ninguém, e com isso fizeram um show mormo sem muitas emoções. Foi decepcionante. Isso piorou ainda mais com a notícia de que o show deles no Circo Voador foi catártico, saíram aclamados do templo do rock carioca (será?). Será que foi o Main Stage que fez o show da banda ruim? Talvez…

Vídeo do Circo Voador – acho que vale mais apena

Como o Bloc Party estava monótono, dei uma rondada no pelo local do festival, e fui ver o breeders. Tava 10x superior ao Bloc Party. Kim Deal animava o público com sseu rock alternativo, e seus belos riffs de guitarra.  Pelo que vi o show foi excelente.

Com o fim do Breeders só restava 1 atração, o Kaiser Chiefs. Que tinha a difícil papel de fechar um festival como esse. Cumpriram seu papel. Com uma enxurrada de hits e um vocalista que mais parece um animador de torcida o kaiser Chiefs empolgou o mar de gente no Main Stage e pois fim a esse festival que tem tudo para continuar a existir por longos anos.

Top 5 Terra:

1 – Spoon

2 – Foals

3 – Jesus And Mary Chain

4 – Kaiser Chiefs

Designers para Barack Obama : Uma seleção de 50 design de posters

Barack Obama Poster by Jason Urban

Barack Obama Poster by Frank Chimero

Barack Obama Poster by Larkin Werner

End this warshington - Barack Obama Poster by Brett Traylor

Barack Obama Poster by John Klotnia

Barack Obama Poster by Megan Forb

The Reason - Barack Obama Poster by Melissa Jun

Health Coverage - Barack Obama Poster by Luba Lukova

Democratic - Barack Obama Poster by Andrio Abero

Democratic - Barack Obama Poster by Chaz Maviyane-Davies

McSame - Barack Obama Poster by Andrew Lewis

Barack Obama Poster by Shel Starkman

Barack Obama Poster by Derek Chatwood

Future - Barack Obama Poster by Air

Oil - Barack Obama Poster by Everybody lies

Students - Barack Obama Poster by Everybody lies

Barack Obama Poster by Bask

Vote - Barack Obama Poster by Strawberry Luna

Barack Obama Art by Poster Offensive

Barack Obama Art by Poster Offensive

Hope - Barack Obama Poster by David Choe

Unite - Barack Obama Poster by Nicholas Rock

New Game - Barack Obama Poster by Jude Buffum

Lego Bricks - Barack Obama in Lego Bricks by Shepard Fairey

Barack Obama Poster by Dmolin

The right way - Barack Obama Poster by Morning Breath Inc.

Vote - Barack Obama Poster by The Match Factory

Yes we can - Barack Obama Poster by The Match Factory

Wrestling - Barack Obama Poster by Kevin

Barack Obama Poster by Snuffhouse

Nails - Barack Obama Art by Michael Murphy

Barack Obama Art by Will Pope

Barack Obama Graffiti by Keep Drafting

Barack Obama Poster by Kaleb

Progress - Barack Obama Poster by Scott Hansen aka ISO 50

Change we can believe in - Barack Obama Poster by Change the tought

Barack Obama by Terry Richardson

Barack Obama Poster by Burlesque Design

Barack Obama Poster by Craftysquid

Barack Obama Poster by The Mac

Possible - Barack Obama Poster by Jonathan Hoeffler

Obama Team - Barack Obama Poster by Go Tell Mama

Barack Obama Poster by Jason Urban

Barack Obama Poster by Xtrapop

Barack Obama Poster by Larry Roibal

Obama Giclee - Barack Obama Poster by Zoltron

Barack Obama Poster by Ron English

Obama - Barack Obama Poster by Tom Bob

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