Como por fim a atitude blasé que é casa vez mais presentes em shows?

Em seu blog, Catherine Holt escreveu um post interessante sobre o futuro da indústria do entretenimento. Abaixo o texto traduzido. A versão em inglês esta aqui.

“As maiorias dos shows eram em pequenos clubes com cervejas aguadas e adolescentes apertados contra o palco. Como uma única massa, nós idealizávamos nossos ídolos enquanto tocavam e cantavam seus corações a fora confortavelmente elevados em cima de um palco.

Não vou a um show a uma bom tempo (tragicamente “fora da moda” hoje em dia) para poder apreciar o quanto a natureza da ‘performance’ mudou.

Meu acordar aconteceu em um show em Providence, Rhode Island mês passado. A casa tinha 3 palcos – um elevado no Centro e 2 nos lados na altura do chão. Assumi que o palco central estava reservado para as bandas principais. Mas estava errada.

As maiores, mais amplas e amadas bandas tocaram no chão, botando elas no mesmo nível do que o da audiência. Não havia divisão entre ele e nós. Sem a divisão, a audiência tomou parte da performance. O que parecia uma natural troca de dar e receber entre a audiência e o artista, cheio de entusiasmo e excitação. De repente, os shows de palco central pareciam monótonos e ultrapassados.

Vemos isso online a anos. Com experiências virtuais como o YouTube e CurrentTV ou Facebook e Myspace, as pessoas esperam participar na criação de suas atividades no seu tempo de lazer. Mas este desejo de participação não termina quando eles saem de seus computadores. Ele invade a vida, tornando a capacidade de interagir e afetar com todas as experiências um direito, mais do que um privilégio.

Secretamente, eu guardo os dias de quando ainda havia uma divisão, quando eu colocava meus ídolos em um pedestal e olhava- os tocar- lá em um palco. Mas as crianças em minha volta buscam uma experiência diferente. Uma onde não há uma linha entre artista e audiência, onde suas partes vêem e participam igualmente e ativamente. Isto é tão verdadeiro na vida real quanto on-line.”